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quinta-feira, 15 de março de 2012

SÃO JOSÉ, PATRONO DA IGREJA

Dia 19 de março é dia de São José, Pai adotivo de Jesus. 

São José é Patrono da Igreja, que é o Corpo de Cristo.

Homem escolhido por Deus para O representar para o Menino Jesus.

São José foi chamado por Cristo de Pai. Ele representou o Pai do Céu para Jesus.

Patrono da Igreja, servo fiel do Altíssimo, assim como Abraão escolhido por Deus para ser pai de Israel, assim São José foi escolhido como Patrono do Corpo de Jesus, isto é, a Igreja. 

Deus chamou um único homem de Pai: São José.

Roguemos a ele pela Igreja e pelo mundo.

 

Oração a Maria Santíssima

Amabilíssima Mãe minha; Gostais tanto de que veneremos a vosso querido esposo São José, acendei mais em meu coração a chama da devoção a tão grande santo, e pela reverencia e amor que lhe tens, vos suplico me alcanceis de vosso divino Filho o perdão de meus pecados e a graça que necessito para minha salvação; favor que espero não me negareis pondo por medianeiro a meu patrono e advogado São José. Amém.

Oração a São José

Gloriosíssimo patriarca São José, digníssimo esposo da Mãe de Deus, pai adotivo de nosso adorável Redentor e poderosíssimo advogado nosso em toda tribulação, em toda necessidade e em todo perigo: vos elejo por meu patrono e advogado para toda minha vida e para minha morte.
Vos peço humilde e com toda minha alma que me recebais, santo meu, por perpétuo servo e escravo vosso, e que com vosso poderoso valimento me alcanceis a continua proteção de vossa Esposa, a Imaculada Virgem Maria e as misericórdias de meu amantíssimo Jesus.
Assisti-me sempre e abençoai minhas palavras, obras, ações, pensamentos e desejos para que em tudo esteja de acordo com a vontade divina, e assim, servindo-vos constantemente, logre com vosso patrocinio uma feliz morte. Assim seja, Jesus, Maria e José.
Felicitações a São José por seus sete principais privilégios e as felicidades dispensadas pelo Senhor:

Primeiro Privilégio

Vos felicito, glorioso São José, e dou infinitas graças a Deus por ter-vos escolhido para pai adotivo de seu unigênito Filho e para guia do mesmo Jesus e de sua Santíssima Mãe em suas penosas viagens durante sua vida mortal: por esta vossa felicidade, vos suplico que me guiais em minha viagem desta vida a eterna, alcançando-me a graça de purificar minha alma no santo Sacramento da penitência. Assim seja, Jesus, Maria e José.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.
Jesus e Maria, José, Joaquim e Ana, na vida e na morte amparai a minha alma.

Segundo Privilégio

Vos felicito, glorioso São José, e dou infinitas graças a Deus porque vos concedeu favor de guardar da perseguição de Herodes, para beneficio do mundo, a Jesus Cristo , verdadeiro Pão da vida: por esta vossa felicidade vos suplico, que me ajudeis a recebe-lo dignamente com frequencia, e particularmente, antes de morrer, por viático e prenda da vida eterna. Assim seja, Jesus, Maria e José.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.
Jesus e Maria , José, Joaquim e Ana, em vida e em morte amparai a minha alma.

Terceiro Privilégio

Vos felicito, glorioso São José, e dou infinitas graças a Deus, porque vos concedeu a honra de fortalecer-vos e santificar-vos com o frequente contato e o trato íntimo de nosso adorável Redentor: por esta vossa felicidade vos suplico que me alcanceis a graça não morrer sem o auxílio espiritual do Sacramento da Extrema Unção que alivia a enfermidade corporal, se convém, e cura a alma dos pecados. Assim seja, Jesus, Maria e José.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.
Jesus e Maria, José, Joaquim e Ana, na vida e na morte amparai a minha alma.

Quarto Privilégio

Vos felicito, glorioso São José, e dou infinitas graças a Deus porque vos concedeu uma fé vivíssima e constante com que cresteis que era obra do Espírito Santo o fruto de vossa puríssima Esposa: por esta vossa felicidade, vos suplico que me alcanceis a incomparável de viver e morrer com a maior firmeza na santa fé católica. Assim seja, Jesus, Maria e José.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.
Jesus e Maria, José, Joaquim e Ana, na vida e na morte amparai a minha alma.

Quinto Privilégio

Vos felicito, glorioso São José, e dou infinitas graças a Deus por ter vos escolhido para fiel ministro de Jesus e Maria na terra: por esta vossa grande felicidade, vos suplico que me alcanceis a de saber vos imitar, sirvindo fiel e constantemente a Deus e a sua divina Mãe. Assim seja, Jesus, Maria e José.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.
Jesus e Maria, José, Joaquim e Ana, na vida e na morte amparai a minha alma.

Sexto Privilégio

Vos felicito, glorioso São José, e dou infinitas graças a Deus porque vos concedeu a graça de morrer assistido com o maior carinho por Jesus e Maria : por esta vossa inefável felicidade, vos suplico que me alcanceis a de morrer abrasado em amor de Deus e assistido por vossa Imaculada Esposa e por Vós mesmo. Assim seja, Jesus, Maria e José.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.
Jesus e Maria, José, Joaquim e Ana, na vida e na morte amparai a minha alma.

Sétimo Privilégio

Vos felicito, glorioso São José, e dou infinitas graças a Deus pelo privilégio que vós tivestes de ressucitar com Jesus Cristo e subir a eterna glória: por esta vossa honra, vos suplico que me alcanceis a de encontrar-me na hora de minha morte, disposto para merecer, desde aquele momento, o descanso eterno dos santos. Assim seja, Jesus, Maria e José.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.
Jesus e Maria, José, Joaquim e Ana, na vida e na morte amparai a minha alma.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A VERDADEIRA RELIGIÃO É FUNDADA PELO PRÓPRIO DEUS

Uma questão de Dowgllaz Silva:

“Olá, eu gostaria de saber se é pecado não ter religião  ? não gosto de religiões pois elas se parecem time de futebol, cada uma se diz melhor que a outra, e eu não quero cometer o erro de estar numa religião errada !

Também quer saber o porque Deus nos deu a escolha do certo e o errado ? porque ele não criou somente o certo ? Me parece que ele quer brincar com a gente." 

Caro Dowgllaz:


O significado real da palavra Religião é religar.
 Durante todos os tempos, a raça humana sente-se intimamente, intrinsecamente motivada a reconquistar a comunhão com o divino, como que religando o homem ao divino. Nos povos primitivos eram feitos até mesmo sacrifícios de animais e de humanos para tentar contatar o deuses. Mesmo entre os povos politeístas (adoração de vários deuses) isso sempre existiu, e isso se tornou ainda mais evidente no monoteísmo judaico (adoração de um único Deus). A issa busca por comunhão com o Divino chamamos de Religião.
O homem, em todos os tempos, especialmente no monoteísmo, sentiu-se longe de Deus, desconectado e por todo o tempo fazia o que estava em seu alcance para se religar com Deus.
No entanto, surgiu um homem chamado Jesus, nascido em Belém, morador da pequena vila de Nazaré, cujos pais são Maria e José, e Ele se proclamava o Messias esperado por Israel, e um Messias que era Deus feito homem, que por sua morte e ressurreição religaria ao Deus eterno todos os que O seguissem. Assim surgiu o Cristianismo.
Em todas as demais religiões o homem faz um esforça para alcançar Deus, no Cristianismo verdadeiro Deus vem em busca do homem. Nunca o homem, politeísta ou monoteísta, imaginou isso algum dia. Deus em busca do homem, Deus correndo atrás do prejuízo que o homem causou, Deus se religando ao homem.
Este homem Jesus, sendo Deus em busca do homem perdido e desligado, instituiu uma só Religião-Igreja, tendo Pedro (um de seus seguidores mais próximos) como seu Sucessor e Representante (veja a explicação melhor sobre isto aqui em meu Blog no link http://jesusecatolico.blogspot.com/2011/06/os-protestantes-e-igreja-de-jesus.html).
Claro que apesar de Ele ter instituído uma só Religião-Igreja, aqueles que não aceitaram essa ideia, durante os tempos seguintes, resolveram fazer um Cristianismo à sua maneira: daí surgiram outras denominações que seguem pelo menos parte (parte, às vezes adulterada) do que ensinou nosso Senhor Jesus Cristo.
Você me pergunta se é pecado não ter Religião. Posso te dizer que você tem uma Religião, ao seu modo, mas tem. É inerente ao ser humano, mesmo ao ateu, ter uma Religião. O ateísmo em si é um Religião, um religar ao divino, mesmo que o divino seja o materialismo, um ídolo político ou artista, ou a própria pessoa. O fator é seguir ou não a verdadeira Religião.
O pecado seria conhecer a verdadeira Religião e não aderir a ela. E qual seria essa verdadeira Religião? Usando a inteligência, através dos estudos é fácil encontrá-La. Se formos ver, historicamente e antropologicamente, a verdadeira, única, imutável e inalterável Religião-Igreja é a fundada pelo Criador que se encarnou e que a institui sobre Pedro e a perpetuou pelos Sucessores de Pedro.
Existem religiões e a Religião, e para não ferir o liberdade humana temos que escolher com amor, inteligência e fé. Deus criou somente o certo; o errado é como a sombra da do certo. Onde existe Luz (o certo, a Verdade), há também as sombras. Deus aponta o certo, a Verdade – é só seguirmos o que Ele aponta. Não é fácil, porque no mundo existe o pluralismo de ideias, e portanto o pluralismo de religiões. Contudo, se estivermos realmente convictos de que queremos encontrar Deus e a Verdade, sem dúvida O encontraremos, porque Deus é a Verdade (São João 14, 6) e Ele não mente e nem engana. A ilusão e a confusão são provocadas por aqueles que não estão com Deus e não O seguem verdadeiramente, mesmo que pareça que eles O sigam.
Também já tive essa mesma dúvida que você teve, anos atrás. Hoje, mesmo estando na contínua busca pela Verdade íntegra e total, encontrei e continuo a encontrar a verdadeira Religião na Igreja fundada por Jesus Cristo sobre Pedro e continuada por seus Sucessores. E quanto mais entendo a Verdade infinita e imutável mais vejo essa mesma Verdade na Igreja, não somente no Cristianismo em geral, mas na única Igreja fundada e instituída por Jesus, o verdadeiro Messias esperado por Israel até os dias de hoje.
E apesar de a Igreja saber que é a verdadeira, historicamente e biblicamente, você nunca vai ouvir o Vaticano e o Papa dizerem que é a melhor das religiões, muito pelo contrário, você tem visto nos últimos tempos a conversa e o diálogo fraterno da Igreja com outras religiões, mesmo a Igreja não compactuando com seus ensinamentos.
Espero ter respondido parte de sua questão. Logo terá outro texto a respeito de outra pergunta que me fez.
Peço que, para terminar, leia mais sobre a Igreja aqui neste link a seguir: http://jesusecatolico.blogspot.com/search/label/IGREJA

Que Deus abençoe você em sua busca pela Verdade, Verdade esta que se encarnou no seio da Virgem e habitou entre nós (São João capítulo I).

tt

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A IGREJA E A APOSTASIA

Vinícius pergunta:

Anderson, bom Dia!

1 -Porque  os adoradores do senhor se corrompeu de uma tal maneira que hoje viraram verdadeiros fariseus, sepulcro calhado dentro da igrejas. E tenta acabar com a fé dos outros?

2- Porque há tanta incredulidade dentro da igreja?

3- Porque a falta de amor do pastores pela suas ovelhas?

Atenciosamente!

Caro Vinícius:

À sua pergunta, respondo com convicção: A fé está sendo abalada por não apegarem-se à Verdade. Satanás está indo diretamente nos líderes, porque atingindo o pastor, as ovelhas se dispersam, disse Nosso Senhor. E o mesmo Senhor disse que o joio conviveria no meio do trigo até o final dos tempos. E quem pode separar o joio do trigo? Jesus disse que isso ocorreria somente no final dos tempos, com seu retorno. Não é trabalho seu ou meu separar o joio do trigo. É Deus que fará isto, não devemos nos escandalizar com nada. Como o Senhor prometeu que os ataques do inferno não seriam suficientes para derrubar a Igreja, devemos nos segurar na Igreja, voltarmos mais para ela, colocar nosso pé sobre a rocha que é ela, porque a Igreja é o Corpo de Cristo, e Cristo é inabalável.
Com a perseguição do anticristo, no final dos tempos, a única "rocha" que ficará de pé será a Igreja. No final, no meio dos destroços deste mundo que passa, a Igreja se levantará viva, pelo poder de Deus, porque é Deus que a sustenta. 
Hoje, com a perseguição espiritual de satanás, algo que sempre existiu na História da Igreja, a Igreja, pela promessa de Nosso Senhor Jesus Cristo, por seu poder divino, se manterá de pé e manterá a Fé daqueles que se unirem a ela. 
Fique com a Igreja, 
Fique com o nosso "Pedro" atual. 
Jesus prometeu que a Igreja e Pedro jamais cairiam da Fé verdadeira. Portanto, nos últimos tempos, na derradeira "hora" da Igreja e do mundo, só se salvarão os que estiverem sob a proteção da Igreja. Os demais perecerão pelas artimanhas e as ilusões deste mundo.
Quanto a você, ore por toda a Igreja. Fique firme na Fé, pela Igreja, sabendo que também você tem a chance de cair junto com os demais, assim como muitos outros caíram.

Espero ter respondido sua questão.

tt

A DIVISÃO ENTRE OS CRISTÃOS


Vinicius Quidute pergunta:

Bom Dia!

Porque há uma grande divisão entre os cristão de todo mundo. E sabemos que Jesus Cristo ama todos igual.

Atenciosamente!

Caro Vinicius, a paz de Deus que excede todo entendimento esteja em tua alma!

Sabemos que desde o princípio da Criação satanás provocou e provoca uma grande divisão entre as criaturas. No princípio Deus havia criado todos os Anjos para viverem em harmonia, em união, mas houve um anjo que, por sua rebeldia, dividiu o Céu em Anjos obedientes e anjos rebeldes. Foi a primeira divisão que satanás provocou. Tempos depois satanás por incentivo separou Adão e Eva de Deus, fazendo-os se rebelar e perder a Comunhão, a Vida divina, e por assim, dividiu-se o homem em todos os seus aspectos. Mais tarde, os homens dividiram-se em grupos, separaram-se uns dos outros pelo mundo, tudo por culpa desse pecado.
Logo depois Deus formou e preparou um povo (os israelitas) para se preparem para a vinda do Messias. Esse povo, antes com uma só religião, dividiu-se em seitas.
O Messias veio. Nosso Senhor Jesus Cristo fundou uma Igreja (veja sobre isto aqui em meu blog http://jesusecatolico.blogspot.com/2011/06/os-protestantes-e-igreja-de-jesus.html ), com uma única Fé, um único Representante seu (o Sucessor de Pedro), como uma só Família. Satanás, por inveja, como sempre interveio. Desde o princípio da Igreja começaram a surgir sectários. Mais tarde a Igreja sofreu um Cisma saindo dela a Igreja ortodoxa e um pouco depois, o pior das divisões com Luthero e Calvino, surgindo assim o protestantismo. 

Jesus, porém, sobre a Unidade da Igreja disse:

“Eu não rogo somente por eles (os Apóstolos), mas também por aqueles que vão crer em mim pela palavra deles (dos Apóstolos). Que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim, e eu em ti. Que eles estejam em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes dei a glória que tu me deste, para que eles sejam um, como nós somos um: eu neles, e tu em mim, para que sejam perfeitamente unidos, e o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste como amaste a mim.”  (São João 17, 20-23) –  o grifo e a explicação entre parenteses são meus.

Se existem milhares de organizações (alguns chegam a dizer que existem 60.000 denominações ditas cristãs no mundo todo, a soma das oficializadas e não oficializadas) que se dizem Igreja de Cristo hoje em dia é porque foram fomentadas por satanás, o diabo (palavra que significa divisor), o divisor desde o princípio. Ele criou a divisão no Céu e na Terra, e por onde há a marca de Deus ele incute a divisão maligna. Por isso, não pense você que o protestantismo é vontade de Deus, ou que seja algo bom por si, antes é a maldade desse anjo prevaricador (e dos demais anjos que o seguiram nessa loucura) que penetra na mente e nos corações dos homens.
Como o que Deus faz é para sempre, apesar das divisões, o projeto de Deus é o mesmo do início da Criação: a união de todos os seus filhos em Cristo Jesus, por meio de um só povo, uma só Fé, como uma só Família, Família esta que chamamos de Igreja.

Espero ter respondido sua pergunta.

Deus te abençoe em sua busca pela Verdade.

tt



sexta-feira, 7 de outubro de 2011

150 RAZÕES PORQUE ME TORNEI CATÓLICO

Testemunho de Conversão de Dave Armstrong

Depois de se enveredar na busca pela verdade, Dave Armstrong é recebido na Igreja Católica, em 1992 junto com sua esposa Judy. Eis alguns motivos porque deixou o protestantismo.
  1. A Igreja católica oferece a única visão coerente da história do Cristianismo (Tradição Cristã, Apostólica) e possui a moralidade cristã mais profunda e sublime: espiritual, social moral, e filosófica.
  2. Eu me tornei um católico porque acredito sinceramente, em virtude de muita prova cumulativa, que o Catolicismo é a verdade, e que a Igreja católica é a Igreja visível divina estabelecida por Jesus contra o qual as portas do inferno não podem e não prevalecerão (Mt 16,18).
  3. Eu deixei o Protestantismo porque era seriamente deficiente na interpretação da Bíblia "somente a fé". É inconsistente na adoção de várias Tradições católicas (por exemplo, o Cânon da Bíblia, falta uma visão sensata da história Cristã. Chegou a um acordo moralmente anárquico e relativístico. Essas são algumas das deficiências principais que eu vi eventualmente como fatal para a "teoria" do Protestantismo).
  4. O Catolicismo não é dividido formalmente, nem é sectário (Jo 17, 20-23) (Rm 16, 17) (1 Cor 1, 10-13).
  5. A Unidade católica faz o Cristianismo e Jesus mais acreditáveis para o mundo (Jo 17, 23).
  6. Por causa do Catolicismo se unificou, a visão Cristã completamente do sobrenatural.
  7. O Catolicismo evita um individualismo que arruína a comunidade Cristã (1 Cor 12, 25- 26).
  8. O Catolicismo evita o relativismo teológico, por meio da certeza dogmática, que é centralizada no papado.
  9. O Catolicismo evita anarquismo doutrinário, impedindo assim a divisão do verdadeiro Cristianismo.
  10. O Catolicismo formalmente previne o relativismo teológico que conduz às incertezas dentro do sistema protestante.
  11. O Catolicismo rejeita a "Igreja Estatal" que conduziu os governos a dominar politicamente o Cristianismo.
  12. Protestantes de Igrejas Estatais influenciaram a elevação do nacionalismo que mitigou contra a igualdade e o Cristianismo universal.
  13. A Cristandade católica unificada - antes do século XVI não tinha sido infestada pelas trágicas guerras religiosas.
  14. O Catolicismo retém os elementos do mistério, do sobrenatural e do sagrado no Cristianismo, se opondo assim à secularização onde a esfera do religioso em vida se torna muito limitada.
  15. O individualismo protestante conduziu à privatização do Cristianismo, por meio do que é pouco respeitado em vida de sociedade e política, deixando o "quadro público" estéril de influência Cristã.
  16. A falsa dicotomia secular protestante conduziu cristãos a se comprometerem, em geral, com políticas vazias. O Catolicismo oferece um vigamento no qual chega a responsabilidade estatal e cívica.
  17. O Protestantismo se apóia muito em meras tradições de homens (toda denominação origina da visão de um fundador. Assim que dois ou mais destes se contradizem um ao outro, o erro está presente).
  18. Igrejas protestantes, de um modo geral, são culpadas em colocar os pastores num pedestal muito alto. Por causa disso, congregações evangélicas experimentam uma severa crise, dividindo-se em outras quando um pastor vai embora, provando-se que suas filosofias e doutrinas são centradas no homem, em lugar de Deus.
  19. O Protestantismo, devido à falta da real autoridade e estrutura dogmática, vem se diluindo a cada dia, surgindo então milhares e milhares de denominações. Existem hoje, 33.800 denominações religiosas, cada uma ensinando coisas opostas às outras.
  20. O Catolicismo retém a Sucessão Apostólica, necessária para saber o que é a verdadeira Tradição Apostólica. Era o critério da verdade usado pelos primeiros Cristãos.
  21. Muitos protestantes levam uma visão escura em geral da história Cristã, especialmente os anos de 313 (a conversão de Constantino) para 1517 (a chegada de Lutero). Essa ignorância e hostilidade conduzem ao relativismo teológico, ao anticatolicismo, e a um constante processo desnecessário de "reinventar a roda".
  22. O Protestantismo no início era anticatólico e permanece assim até os dias atuais. Isso está obviamente errado e é antibíblico. O Catolicismo realmente é Cristão (se não é, então - logicamente – o Protestantismo que herdou a teologia do Catolicismo também não é). Por outro lado, a Igreja católica não é antiprotestante.
  23. A Igreja católica aceita a autoridade dos grandes Concílios Ecumênicos (At 15) o qual definido, desenvolveu a doutrina Cristã e os demais concílios.
  24. A maioria dos protestantes não tem bispos, uma hierarquia Cristã que é bíblica (1 Tm 3,1- 2) e que existiu na história dos primeiros Cristãos e na Tradição.
  25. O Protestantismo não tem nenhum modo de resolver assuntos doutrinais definitivamente. A doutrina protestante só leva em conta uma visão individual na Doutrina X, Y, ou Z, não tem nenhuma Tradição protestante unificada.
  26. O Protestantismo surgiu em 1517. Então não pode ser possivelmente a "restauração do puro", "primitivo" Cristianismo, desde que isso está fora de governo, pelo fato de seu absurdo recente aparecimento. O Cristianismo tem que ter continuidade histórica ou não é Cristianismo. O Protestantismo necessariamente é um "parasita" do Catolicismo.
  27. A noção protestante da "igreja invisível" também é moderna na história do Cristianismo e estranho à Bíblia (Mt 5,14; 16,18), então é falso.
  28. Quando os teólogos protestantes falam do ensino do Cristianismo primitivo (por exemplo, ao refutar "cultos"), eles dizem "a Igreja ensinada". . . mas quando eles recorrem ao presente, eles instintivamente se contêm de tal terminologia, como autoridade pedagógica universal que só reside na Igreja católica.
  29. O princípio protestante de julgamento privado criou um ambiente (especial na América protestante) no qual invariavelmente o homem centralizou "cultos" como as Testemunhas de Jeová, Mormonismo, Ciência Cristã etc.
  30. A falta de uma autoridade pedagógica definitiva no protestantismo (como no magistério católico) faz muitos protestantes individuais pensarem que eles têm uma linha direta com Deus. Basta uma Bíblia, o Espírito Santo e uma mentalidade individual. Não têm nenhuma segurança e garantia em dizer que são "infalíveis" sobre a natureza do Cristianismo.
  31. As "técnicas" de evangelismo são freqüentemente inventadas e manipuladas, certamente não derivaram diretamente do texto da Bíblia. Algumas técnicas se igualam e se assemelham à lavagem cerebral.
  32. O evangelho orado por muitos evangelistas protestantes e pastores é truncado e abreviado, é individual e diferente do evangelho bíblico como é proclamado pelos Apóstolos.
  33. O protestantismo separa profundamente, a vida transformada no arrependimento para uma disciplina radical. "Um próprio ditado" luterano chama isso de "graça barata."
  34. A ausência de uma idéia de submissão a uma autoridade espiritual no Protestantismo caiu no meio político onde as idéias de "liberdade" pessoal, "propriedade", e "escolha" tem agora, uma extensão de dever cívico.
  35. O Catolicismo retém o senso do sagrado, o sublime, o santo, e o bonito em espiritualidade. As idéias de altar, e "espaço sagrado" são preservadas. Muitas igrejas protestantes são corredores, se encontrando em locais, como "ginásios". A maioria das casas dos protestantes é mais esteticamente notável que suas próprias igrejas. Os protestantes, são viciados freqüentemente pela mediocridade na avaliação de arte, música, arquitetura, drama, imaginação, etc.
  36. O Protestantismo negligenciou o lugar da liturgia em grande parte da adoração (com exceções notáveis como Anglicanismo e Luteranismo). Esse é o modo que os cristãos sempre seguiram durante séculos e não pode ser despedido assim ligeiramente.
  37. O Protestantismo tende a opor matéria e espírito, enquanto favorecendo o posterior, é um pouco Gnóstico nesta consideração.
  38. O protestantismo critica a prática das procissões Católicas, indo contra a Igreja primitiva e a Bíblia (Js 3, 5-6) ( Nm 10, 33-34) ( Js 6,4) (Js 3, 14-16) (Ex 25, 18-21) (Js 4, 4-5) (Js 4, 15-18)
  39. O Protestantismo limita ou descrê no sacramentalismo que simplesmente é a extensão do princípio e a convicção de que a matéria pode ser veículo da graça. Algumas seitas (por exemplo, muitos pentecostais) rejeitam todos os sacramentos.
  40. Os Protestantes excessivamentes desconfiam da carne ("carnalidade"), freqüentemente caem no fundamentalismo, um legalismo absurdo não podem dançar, jogar cartas, escutar músicas convencionais, etc.
  41. Muitos protestantes tendem a separar vida em categorias de "espiritual" e "carnal", como se Deus não fosse Deus de tudo e da vida. Esquecem que os empenhos de todos os pecadores são, no final das contas, espirituais.
  42. O Protestantismo removeu a Eucaristia do centro e foco de adoração. Alguns protestantes só observam isto, uma vez mensalmente, ou até mesmo trimestralmente. Isto está contra a Tradição da Igreja Primitiva.
  43. A maioria dos protestantes considera a Eucaristia como um símbolismo que contraria a Tradição Cristã universal até 1517 e a Bíblia (Mt 26, 26-28) (Jo 6, 47-63) (1 Cor 10, 14-22; 11, 23-30), onde estes textos confirmam à Real Presença.
  44. O Protestantismo deixou de considerar o matrimônio como um sacramento virtualmente, ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia (Mt 19, 4-5) (1 Cor 7, 14,39) (Efésios 5, 25-33).
  45. O Protestantismo aboliu o sacerdócio (Mt 18, 18) e o sacramento da ordenação, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (At 6, 1-6; 14,22) (1 Tm 4, 14) (2 Tm 1,6).
  46. O Catolicismo retém a noção de Paulo da viabilidade espiritual de um clero celibatário (1 Cor 7, 8; 7, 27 ; 7, 32) (Mt 19,12).
  47. O Protestantismo rejeitou o sacramento da confirmação em grande parte. (At 8,18) (Hb 6, 2-4), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia.
  48. Muitos protestantes negaram o batismo infantil, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (At 2, 37-39; 16,15; 16, 33; 18,8) (1Cor 1,16) (Cl 2,11-12). O Protestantismo é dividido em cinco acampamentos principais na questão do batismo.
  49. A grande maioria dos protestantes nega a regeneração batismal, ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia (Mc 16,16) (Jo 3,5) (At 2,38; 22,16) (Rm 6,3-4) (1 Cor 6,11) (Tt 3,5).
  50. Os Protestantes rejeitaram o sacramento de ungir o doente (Extrema Unção Últimos Ritos), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mc 6,13) (1 Cor 12,9,30) (Tg 5,13-16).
  51. O Protestantismo nega a indissolubilidade do matrimônio sacramental e permite divórcio, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Gen 2,24) (Ml 2,14-16) (Mt 5,32) (Mt 19,6,9) (Mc 10,11-12) (Lc 16,18) (Rm 7,2-3) (1 Cor 7,10-14,39).
  52. O Protestantismo não acredita que procriação é o propósito primário e benefício do matrimônio (não faz parte dos votos, como no matrimônio católico), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Gn 1,28; 28,3; 127,3-5).
  53. O Protestantismo aprova a contracepção, em desafio à Tradição Cristã universal. (Gn 38,8-10; 41,52 (Lv 26, 9) (Dt 7,14) (Rt 4,13) (Lc 1,24-5). Agora, só o Catolicismo retém a Tradição antiga.
  54. O Protestantismo principalmente com sua asa liberal, em 1930, aceitou o aborto como uma opção moral, ao contrário da Tradição Cristã universal e da Bíblia. (Ex 20,13) (Is 44,2; 49, 5) (Jr 1,5; 2,34) (Lc 1,15,41) (Rm 13,9-10).
  55. O Protestantismo (de denominações largamente liberais) permite mulheres como pastoras (e até mesmo bispos, como no Anglicanismo), ao contrário da Tradição Cristã, teologia protestante tradicional e da Bíblia (Mt 10,1-4) (1 Tm 2,11-15; 3,1-12) Tt 1,6).
  56. O Protestantismo , cada vez mais, chega a um acordo formal e oficialmente com o feminismo radical à moda que nega os papéis de homens e mulheres como é ensinado na Bíblia (Gn 2,18-23) (1 Cor 11,3-10) e na Tradição Cristã.
  57. Atualmente o Protestantismo nega com freqüência crescente, o papel do marido no matrimônio contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (1 Cor 11,3) (Ef 5,22-33) (Cl 3,18-19). Isso também está baseado em uma relação de igualdade (1 Cor 11,11-12) (Gl 3,28) (Ef 5,21).
  58. O Protestantismo liberal (notavelmente o Anglicanismo) ordenou os homossexuais praticantes até mesmo como pastores, permitindo o "matrimônio" entre sí, sendo contrário a antiga Tradição Cristã universal, e à Bíblia (Gn 19,4-25) (Rm 1,18-27) (1 Cor 6,9). O Catolicismo ficou firme na moralidade tradicional.
  59. O Protestantismo liberal aceitou métodos críticos" mais altos" de interpretação bíblica que conduzem à destruição da reverência Cristã tradicional.
  60. Muitos protestantes liberais jogaram fora várias doutrinas cardeais do Cristianismo, como a Encarnação, Nascimento da Virgem, a Ressurreição Corporal de Cristo, a Trindade, Pecado Original, inferno, a existência do diabo, milagres etc.
  61. Os fundadores do Protestantismo negaram, e Calvinistas negam hoje, a realidade da livre vontade humana.
  62. O Protestantismo clássico teve uma visão deficiente do passado do Homem, pensando que o resultado era depravação total. De acordo com Lutero, Zwingli, Calvino, o homem poderia fazer só o mal da própria vontade dele, e não teve nenhuma livre vontade para fazer o bem. Ele agora tem uma "natureza de pecado". O Catolicismo acredita que, de um modo misterioso, o homem coopera com a graça que sempre precede todas as boas ações. Retém ainda, a natureza de algum homem bom, embora ele tenha uma tendência para pecar ("concupiscência").
  63. O Protestantismo clássico e o Calvinismo de hoje põem Deus como o autor do mal. Eles alegam supostamente que os homens fazem o mal e violam seus preceitos sem ter qualquer vontade livre para fazer. Isso é blasfemo, e torna Deus em um demônio.
  64. No Protestantismo e pensamento Calvinista, o homem não tem livre vontade para escolher entre o bem e o mal. Quando eles pecam, é porque Deus os predestinou ao inferno, embora eles não tenham nenhuma escolha!
  65. O Protestantismo clássico e o Calvinismo, ensina falsamente que Jesus só morreu para os eleitos
  66. O Protestantismo clássico especialmente o Luterano, e o Calvinismo, devido à falsa visão, nega a eficácia e a capacidade da razão humana para conhecer Deus até certo ponto, e opõe isto a Deus e fé, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mc 12,28) (Lc 10,27) (Jo 20,24-29) (At 1,3; 17,2,17,22-34; 19,8). Os melhores Apologistas protestantes hoje simplesmente voltam atrás para a herança católica de São Tomás de Aquino, Santo Agostinho e muitos outros grandes pensadores.
  67. O Pentecostalismo ou Protestantismo carismático coloca muito alto uma ênfase na experiência espiritual, não equilibrando isso corretamente com a lógica, a razão, a Bíblia e a Tradição.
  68. Outros protestantes por exemplo, muitos batistas, negam que presentes espirituais como curar estão presentes na idade atual (supostamente eles cessaram com os Apóstolos).
  69. O Protestantismo tem visões contraditórias do governo da igreja, pois não possui nenhuma autoridade coletiva, assim, não existe ordem e unidade. Algumas seitas reivindicam ter "apóstolos" ou "profetas" entre eles, com todos os abusos de autoridade e poder.
  70. O Protestantismo especialmente o pentecostalismo, tem uma fascinação imprópria para o "fim do mundo" muita tragédia humana é o resultado de tais falsas profecias.
  71. A ênfase do pentecostalismo conduz a um detrimento de sensibilidades sociais, políticas, éticas e econômicas aqui na terra.
  72. O Pensamento protestante separa idéias em acampamentos mais exclusivos e mutuamente hostis, quando na realidade muitas das dicotomias (divisão em dois) são simplesmente complementares em lugar do contraditório.
  73. O Protestantismo se contradiz a Bíblia indo contra aos sacramentos.
  74. O Protestantismo monta devoção interna e devoção contra a Liturgia.
  75. O Protestantismo opõe adoração espontânea para formar suas próprias orações.
  76. O Protestantismo separa a Bíblia da autoridade que Jesus deixou a sua Igreja.
  77. O Protestantismo cria a falsa dicotomia de versões da Bíblia.
  78. O Protestantismo é contra a Tradição, sendo que ela é obra do Espírito Santo.
  79. O Protestantismo considera autoridade da Igreja e liberdade individual.
  80. O Protestantismo (especialmente Lutero) joga para cima o Velho Testamento contra o Novo Testamento, embora Jesus não fizesse assim (Mt 5,17-19) (Mc 7,8-11) (Lc 24,27,44) (Jo 5,45-47).
  81. O Protestantismo impõe leis para enfeitar sendo inseguras e sem sobrevivência.
  82. O Protestantismo cria uma falsa dicotomia entre simbolismo e realidade sacramental (por exemplo, batismo, Eucaristia).
  83. O Protestantismo separa o Indivíduo da comunidade Cristã. É só conferir as milhares e milhares de denominações diferentes umas das outras (1 Cor 12,14-27).
  84. O Protestantismo descarta a reverência dos santos. A Teologia católica não permite adoração dos santos na mesma moda como é dirigida para Deus. São venerados os santos e são honrados, não adorados.
  85. Muitas dianteiras de protestantes pensam que o Espírito Santo só fala com eles, e não com as multidões de cristãos durante 1500 anos antes que o Protestantismo começasse!
  86. Falhas no pensamento protestante original conduziram a erros até piores. Por exemplo, a justificação extrínseca, inventada para assegurar a predominância da graça, veio proibir qualquer sinal externo de sua presença ("sola fide ").O Calvinismo com seu Deus cruel, os homens foram virados para uma tal extensão que eles se tornaram unitários (como na Nova Inglaterra). Muitos fundadores de cultos recentes partiram o Calvinismo, por ex: (as Testemunhas de Jeová, Ciência Cristã, O Modo Internacional, etc.).
  87. O pentecostalismo obcecado, em moda tipicamente americana, sempre aparece com celebridades (os evangelistas de televisão).
  88. O pentecostalismo se apaixona com a falsa idéia de que grandes números em uma congregação (ou crescimento rápido) é um sinal da presença de Deus de um modo especial. Eles esquecem que Deus nos chama à fidelidade em lugar de ir para o "sucesso", não estatísticas lisonjeiras.
  89. O pentecostalismo enfatiza freqüentemente o crescimento numérico em lugar de crescimento espiritual individual.
  90. O pentecostalismo é presentemente obcecado com ego-cumprimento, ego-ajuda, e o egoísmo no lugar de uma tensão Cristã tradicional em sofrer, sacrificar, etc.
  91. O protestantismo tem uma visão truncada e insuficiente do lugar de sofrer na vida Cristã. Tudo em "nome-disto-e-reivindicação-daquilo" movimentos dentro do Protestantismo pentecostal estão florescendo, mas não estão em harmonia com a Bíblia, Cristianismo e Tradição.
  92. O protestantismo, em geral, adotou uma forma mais capitalista que o Cristianismo. Riqueza e ganho pessoal são buscados mais que piedade, e são vistos como uma prova do favor de Deus, como o puritano, que secularizou o pensamento americano, indo contra a Bíblia e ensinamento Cristão.
  93. O protestantismo crescentemente não tolera perspectivas políticas de esquerda em acordo com visões do Cristianismo, especialmente. em seus seminários e faculdades.
  94. O protestantismo tolera heterodoxia crescentemente teológica e liberalismo, para tal uma extensão que muitos líderes evangélicos estão alarmados e prediz uma decadência adicional dos padrões ortodoxos.
  95. Os pentecostais adotaram visões de Deus sujeitas aos caprichos frívolos do homem e desejos do momento.
  96. Também as seitas anteriores aos pentecostais, ensinam totalmente ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia.
  97. O evangelho, especialmente na televisão, é vendido da mesma forma que McDonalds vende hambúrgueres. Tecnologia de mercado e técnicas de relações públicas substituíram cuidado da pastoral pessoal e preocupação social em grande parte pelo religioso.
  98. "Pecar", em algumas denominações protestantes, crescentemente, é visto como um fracasso psicológico ou uma falta de amor próprio, em lugar da revolta voluntariosa que é contra Deus.
  99. O Protestantismo, em todos os elementos essenciais, somente pede emprestado por atacado da Tradição católica ou torce o mesmo. Todas as doutrinas nas quais os católicos e protestantes concordam, são claramente católicas em origem (Trindade, Nascimento da Virgem, Ressurreição, 2ª Vinda, Cânon da Bíblia, céu, inferno, etc.). Qualquer verdade que está presente em cada idéia protestante sempre é derivada do Catolicismo que é o cumprimento das aspirações mais fundas e melhores dentro do Protestantismo.
  100. Um dos princípios fundamentais do Protestantismo é a sola scriptura que não é bíblico e também é inexistente até o 16º século. Na própria Bíblia, não se encontra essa palavra, ou outra com o mesmo significado. Porém é uma falsa tradição humana protestante.
  101. A Bíblia não contém todos os ensinamentos de Jesus. (Mc 4,33; 6,34) (Lc 24,25-27) ( Jo 16,12-13; 20,30; 21,25) (At 1,2-3). Mesmo assim os protestantes passam por cima dessas passagens dizendo que todo ensinamento de Cristo está registrado nas Escrituras.
  102. A sola scriptura é um abuso da Bíblia. Uma leitura objetiva da Bíblia, conduz a pessoa para a Tradição e a Igreja católica, em lugar do oposto.
  103. O Novo Testamento não foi escrito nem recebeu no princípio como a Bíblia, só gradualmente, e o Cristianismo primitivo não poderia ter acreditado na sola scriptura.
  104. Tradição não é uma palavra ruim na Bíblia, ela recorre a algo passado de um para outro. A Tradição é falada em (1 Cor 11,2) (2 Ts 2,15, 3,6) (Cl 2,8). Mesmo assim, os protestantes não aceitam a Tradição. Eles confundem tradição humana com a Tradição que os próprios Apóstolos deixaram aos sucessores.
  105. A Tradição Cristã, de acordo com a Bíblia, pode ser oral ou escrita (2 Ts 2,15) (2 Tm 1,13-14; 2,2). São Paulo não faz nenhuma distinção entre as duas formas.
  106. Em Atos e as Epístolas, muitas coisas da Bíblia eram originalmente orais (por exemplo, todo o ensino de Jesus) - Ele não escreveu nada.
  107. Ao contrário de muitas reivindicações protestantes, Jesus não condenou a Tradição. (Mt 15,3,6) (Marcos 7,8-9,13) Ele só condena a tradição humana corrupta, não a Tradição deixada aos 12 Apóstolos.
  108. Tradição cristã, apostólica (Lc 1,1-2) (Rm 6,17) (1 Cor 11,23 15,3) (Jd 1,3), ou Tradição Cristã "receptora" acontece em (1 Cor 15,1-2) (Gl 1,9,12) (1 Tess 2,13).
  109. Os conceitos de "Tradição", "evangelho", "palavra de Deus", "doutrina", e "a Fé" são essencialmente sinônimas, e tudo é predominantemente oral. (2 Ts 2,15; 3, 6) (1 Ts 2,9,13) (Gl 1,9) (At 8,14). Se Tradição é uma palavra suja,como se afirma no protestantismo, então assim é o "evangelho" e "palavra de Deus!"
  110. São Paulo, em (1 Tm 3,15) põe a Igreja sobre a Bíblia como coluna e fundamento da verdade, e como ensina o Catolicismo.
  111. Os protestantes defendem a sola Scriptura em (2 Tm 3,16). O Catolicismo concorda em grande parte para estes propósitos, mas não exclusivamente, como no Protestantismo. Secundariamente, quando São Paulo fala aqui de "Bíblia", o NT ainda não existia (não definitivamente durante mais de 300 anos depois dos Apóstolos), assim ele só está recorrendo ao Antigo Testamento. Isto significaria que o Novo Testamento não era necessário para a regra de fé.
  112. O Catolicismo mantém a Tradição que é consistente com a Bíblia, até mesmo onde ela é muda em alguns assuntos. Para o Catolicismo, toda necessidade da doutrina não é achada somente na Bíblia, e o princípio do Protestantismo é a Sola Scriptura. Por outro lado, a maioria dos teólogos católicos reivindicam que todas as doutrinas católicas podem ser achadas na Bíblia, em forma de núcleo, ou por uso extenso e conclusão.
  113. Estudantes protestantes pensativos mostraram, que uma posição irrefletida da Sola Scriptura pode se transformar em "bibliolatria", quase uma adoração da Bíblia em lugar de Deus que é seu Autor. Esta mentalidade é semelhante à visão muçulmana, onde a revelação para eles, está somente no Alcorão.
  114. O Cristianismo é inevitavelmente histórico. Todos os eventos da vida de Jesus (Encarnação, Crucificação, Ressurreição, Ascensão, etc.) eram históricos, como era a oração dos apóstolos. Então, a tradição de algum tipo, é inevitável, ao contrário de numerosos protestantes míopes que reivindicaram que sola Scriptura aniquila Tradição. Toda negação de uma tradição particular envolve um preconceito (escondido ou aberto) para a própria tradição alternada da pessoa por exemplo, se toda a autoridade da Igreja é rejeitada, até mesmo a autonomia individualista é uma "tradição".
  115. A Sola Scriptura não poderia ter sido literalmente verdade, falando praticamente, para a maioria dos cristãos ao longo da história. A Tradição oral, junto com as práticas devotas, os feriados Cristãos, a arquitetura de igrejas a arte sagrada, eram os portadores primários do evangelho durante 1400 anos. Durante todos estes séculos, a Sola Scriptura teria sido considerada como uma abstração absurda e impossível.
  116. O Protestantismo diz que a Igreja católica acrescentou à Bíblia.Isto não é verdade porque ela tirou somente as implicações da Bíblia (desenvolvimento da doutrina) e seguiu a compreensão da Igreja primitiva, e que os protestantes subtraíram da Bíblia ignorando grandes porções que sugestionam posições católicas.
  117. A Sola Scriptura é o calcanhar de Aquiles do Protestantismo. Invocando somente a Sola Scriptura, não há nenhuma solução ao problema da autoridade, contanto que as interpretações múltiplas existam. Se a Bíblia estivesse tão clara, os protestantes simplesmente concordariam entre si, pois existem a multiplicidade de denominações.
  118. A interpretação da Bíblia é inevitável sem a Tradição. É necessário então falar na Igreja Católica, ela é a que evita a confusão, o erro, a anarquia e a divisão.
  119. O Catolicismo não considera a Bíblia inacessível aos leigos, como se afirma no protestantismo, mas é vigilante para proteger-se de uma exegese toda arbitrária e aberrante. As melhores tradições protestantes buscam fazer o mesmo, mas é inadequado e ineficaz desde que eles são divididos.
  120. O Protestantismo tem um problema enorme com o Cânon Bíblico. O processo de determinar os livros exatos que constituem a Bíblia durou até o ano de 397 D.C., o Concílio de Cartago provou que a Bíblia não está autenticada, como acredita o Protestantismo. Alguns cristãos sinceros, devotos e instruídos duvidaram da canocidade de alguns livros que estão agora na Bíblia e outros consideraram livros que não estavam incluídos no Cânon.
  121. O Concílio de Cartago, decidindo o Cânon da Bíblia inteira em 397, incluiu os livros "Deuterocanônicos" que os protestantes chutaram para fora da Bíblia. Antes do 16º século os cristãos consideravam esses livros, e eles não eram separados, como se vê no protestantismo que aceita a autoridade deste Concílio para o NT, mas não para AT.
  122. A Igreja católica venerou sempre a Bíblia. Isso é provado pelo laborioso cuidado dos monges, protegendo e copiando manuscritos, e as traduções constantes em línguas vernáculas (ao invés das falsidades sobre só Bíblias latinas), entre outras evidências históricas abundantes e indisputáveis. A Bíblia é um livro católico, e não importa quantos protestantes estudam e proclamam isso peculiarmente, eles têm que reconhecer a dívida inegável com a Igreja católica por ter decidido o Cânon e por preservar a Bíblia intacta durante 1400 anos.
  123. O Protestantismo nega o Sacrifício da Missa, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Gn 14,18) (Is 66,18,21) (Ml 1,11) (Hb 7, 24-25; 13,10; 5,1-10; 8,3; 13,8). que transcede espaço e tempo.
  124. O Protestantismo descrê, em geral, no desenvolvimento da doutrina, ao contrário da Tradição Cristã e muitas indicações bíblicas implícitas, mas seguem a Doutrina da Trindade, que foi desenvolvida na história, nos três primeiros séculos do Cristianismo. É tolice negar isso. A Igreja é o "Corpo" de Cristo, um organismo vivo que cresce e desenvolve como corpos todo vivos. Não é uma estátua, simplesmente para ser limpada e polida com o passar do tempo, como muitos protestantes parecem pensar.
  125. O Protestantismo separa justificação de santificação, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mt 5,20; 7,20-24) (Rm 2,7-13) (1 Cor 6,11).
  126. O Protestantismo desconsidera que as obras contribuam para a salvação, rejeitando assim a Tradição Cristã e o ensino explícito da Bíblia (Mt 25,31-46) (Lc 18,18-25) (Jo 6,27-29) (Gl 5,6) (Ef 2,8-10) (Fl 2,12-13; 3,10-14) (1 Ts 1,3) (2 Ts 1,11) (Hb 5,9) (Jd 1,21) Essas passagens também indicam que a salvação é um processo, não um evento instantâneo, como no Protestantismo.
  127. O protestantismo rejeita a Tradição Cristã e ensino bíblico que sempre foi ensinado na Igreja Católica, onde as boas ações feitas na fé contribuem para a salvação (Mt 16,27) (Rm 2,6) (1 Cor 3,8-9).
  128. Os protestantes têm convicção de que aceitando Jesus como Salvador já estão salvos. Não é bem isso que a Igreja Primitiva e a Bíblia ensinam (Fl 3,11-14) (Hb 4,1) (Tt 1,2) (1 Ts 5,8) ( Tt 3,7) (Mt 25,1-13) onde se diz, que devemos ser sempre vigilantes. Vigilante não é o mesmo que certeza.
  129. Muitos protestantes (especialmente os presbiterianos, calvinistas e batistas) acreditam em segurança eterna, ou, perseverança dos santos (convicção daquele que não pode perder a "salvação". Isto está ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia: (1 Cor 9,27) (Gl 4,9; 5,1,4) (Cl 1,22-3) (1 Tm 1,19-20; 4,1; 5,15) (Hb 3,12-14; 6,4-6; 10,26,29,39; 12,14-15).
  130. Ao contrário do mito protestante, a Igreja Católica não ensina que ninguém é salvo através de trabalhos a parte, porque a fé e obras são inseparáveis. Esta heresia da qual o Catolicismo é acusado freqüentemente estava na realidade condenada pela Igreja católica, em 529 D.C. é conhecido como Pelagianismo (visão que o homem pudesse se salvar pelos próprios esforços naturais dele, sem a graça sobrenatural necessária de Deus). Continuar acusando a Igreja católica desta heresia é um sinal de preconceito e ignorância do manifesto da história da teologia, como também o ensino católico é claro no Concílio de Trento (1545-63). Ainda o mito é estranhamente prevalecente.
  131. O Protestantismo eliminou virtualmente a prática da confissão a um sacerdote (ou pelo menos pastor), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mt 16,19; 18,18; Jo 20,23). (At 19,18) (Tg 5 15-16) (Ne 9,2) (Ne 1, 6). (Jo 3,6).
  132. O Protestantismo descrê na penitência ou castigo temporal para perdoar pecado, indo contra a Tradição Cristã e a Bíblia por exemplo, (Nm 14,19-23) (2 Sm 12,13-14) (1 Cor 11,27-32) (Hb 12,6-8).
  133. O Protestantismo tem pouco conceito da Tradição e doutrina bíblica de mortificar a carne, ou, sofrer com Cristo: (Mt 10,38; 16,24) (Rm 8,13,17) (1 Cor 12,24-6) (Fl 3,10) (1 Pd 4,12,13).
  134. Igualmente, o Protestantismo perdeu a Tradição e doutrina bíblica de compensação vicária, ou sofrimento remissório de Cristãos com Cristo, por causa de um ao outro, (Ex 32,30-32) (Nm 16,43-8; 25,6-13) (2 Cor 4,10) (Cl 1,24) (2 Tm 4,6).
  135. O Protestantismo rejeitou a Tradição e doutrina bíblica do purgatório, como conseqüência de sua falsa visão de justificação e penitência, apesar de evidências suficientes na Bíblia: (Mq 7, 8-9) (Ml 3,1-4) (2 Mc 12, 39-45) (Mt 5, 25-6; 12,32) (Lc 16,19-31) (1 Pd 3,19-20) (1 Cor 3,11-15) (2 Cor 5,10).
  136. O Protestantismo rejeitou a doutrina das indulgências que são simplesmente o perdão do castigo temporal para pecado (penitência), pela Igreja (aqui na terra, Mt 16,19; 18,18, e Jo 20,23). Isso não é diferente do que São Paulo fez em relação a um irmão errante na Igreja de Corinto. Primeiro, ele impôs uma penitência a ele (1 Cor 5,3-5) (2 Cor 2, 6-11). Só porque aconteceram alguns abusos antes da Revolta protestante (admitida e retificada pela Igreja católica), não tem nenhuma razão para lançar fora contudo outra doutrina bíblica. É típico do Protestantismo queimar completamente uma casa no lugar de limpá-la, "joga-se fora o bebê com a água de banho".
  137. O Protestantismo jogou fora as orações para os mortos, em oposição à Tradição Cristã e à Bíblia (Tb 12,12) (2 Mc 12, 39-45) ( 2 Tm 1, 16-18). Já no primeiro século, da Era Cristã, a prática de orar pelos mortos já era registradas em muitas inscrições gravadas nos túmulos de santos cristãos e mártires da fé.
  138. O Protestantismo rejeita, em chãos inadequados, a intercessão dos santos. Por outro lado, a Tradição Cristã e a Bíblia apoiaram esta prática. (Mt 22, 30) (1 Cor 15, 29) (Mt 17, 1-3; 27,50-53) eles podem interceder por nós (2 Mc 15,14) (Ap 5, 8; 6, 9-10).
  139. Alguns protestantes descrêem nos Anjos da guarda, apesar da confirmação Bíblica e a Tradição Cristã (Mt 18,10) (At 12,15) ( Hb 1,14) (Ap 8, 3-5).
  140. A maioria dos protestantes nega que os anjos possam interceder por nós, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Ap 1,4; 5,8; 8,3-4) (Zc 1,12-13) (Os 12,5) (Gn 19, 17-21).
  141. O protestantismo rejeita a Imaculada Concepção de Maria, apesar da Tradição Cristã desenvolvida e indicada pela Bíblia,: (Gn 3,15) (Lc 1,28) ("cheia de graça" interpretam os católicos, em chãos lingüísticos, significa "sem pecado"); Maria representando a Arca da Aliança (Lc 1,35) (Ex 40,34-8) (Lc 1,44) (2 Sm 6,14-16) (Lc 1,43) (2 Sm 6,9) A Presença de Divina requer santidade extraordinária) pois Deus não habitaria no meio do pecado.
  142. O protestantismo rejeita a Assunção de Maria, apesar da Tradição Cristã desenvolvida e indicações bíblicas. Ocorrências semelhantes na Bíblia não fazem a suposição improvável. (Henoc em Gn 5,24 e Hb 11,5) (Elias em 2 Rs 2,11) (Paulo em 2 Cor 12, 2-4) ("Êxtase" em 1 Ts 4,15-17) (subindo os santos em Mt 27,52-53).
  143. Muitos protestantes negam a virgindade perpétua de Maria, apesar da Tradição Cristã e o acordo unânime dos fundadores protestantes Lutero, Calvino, Zwingli, etc.
  144. O protestantismo nega a Maternidade Espiritual de Maria, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (João 19, 26-27) "Veja a mulher do Céu" (Ap 12, 1,5,17). Os Católicos acreditam que Maria é uma santa, e as orações dela são de grande efeito para nós. (Ap 5,8; 8,4; 6,9-10).
  145. O Protestantismo rejeita o papado, apesar da Tradição Cristã profunda, e da forte evidência na Bíblia da preeminência de Pedro como a pedra da Igreja. Ninguém nega que ele fosse algum tipo de líder entre os apóstolos. Como sabemos, o papado é derivado desta primazia: (Mt 16,18-19) (Lc 22,31-2) (Jo 21,15-17) são as passagens "papais" mais diretas. O nome de Pedro aparece primeiro em todas as listas dos apóstolos; até mesmo um anjo insinua que ele é o líder deles (Mc 16,7), e ele andou pelo mundo como tal (At 2,37-8,41). Ele faz o primeiro milagre na Igreja (At 3,6-8), profere o primeiro anátema (At 5,2-11), é o primeiro a ressuscitar um morto (At 9,40-41), o primeiro a receber os Gentios (At 10,9-48), O nome dele é mencionado mais freqüentemente que todos os outros discípulos reunidos (191 vezes). Essas são algumas evidências que destacam Pedro dos outros Apóstolos.
  146. Desde o princípio, a Igreja de Roma e os papas têm o governo e a direção teológica e a ortodoxia da Igreja Cristã. Isso é inegável. Nenhum protestante imparcial teve a coragem e a ousadia de contestar tudo isso, pois só o que Cristo transmitiu aos Apóstolos e o que se herdou destes numa sucessão ininterrupta da Igreja Católica, tem foros de verdade revelada, portanto digna de fé.
  147. O Protestantismo, em seu desespero, tenta suprir algum tipo de continuidade histórica a parte da Igreja católica, às vezes tenta reivindicar uma linhagem de seitas medievais como os Valdenses, Cátaros, Montanistas ou Donatistas. Porém, este empenho é sentenciado a um fracasso quando a pessoa estuda de perto no que estas seitas acreditam.
  148. Os Católicos têm o Cristianismo mais sofisticado e pensativo da filosofia sócio-econômica-política, uma mistura de elementos "progressivos" e "conservadores" distinto da retórica que tipicamente dominam a arena política. O Catolicismo tem a melhor visão da igreja em relação ao estado e cultiva como bem.
  149. O Catolicismo tem a melhor filosofia cristã. Trabalhou por vários séculos de reflexão e experiência. Como em sua reflexão teológica e desenvolvimento, a Igreja Católica é sábia e profunda, para uma extensão que verdadeiramente tem um selo divino e seguro. Eu já me maravilhava, logo antes da minha conversão, de como a Igreja católica poderia ser tão certa sobre tantas coisas. Eu fui acostumado a pensar, como um bom evangélico, que a verdade sempre era uma pluralidade de idéias de muitas denominações protestantes, "todas juntas." Mas afinal de contas, a Igreja católica faz a diferença!
  150. Por último, o Catolicismo tem a espiritualidade mais sublime e espírito de devoção, manifestado de mil modos diferentes. Do ideal monástico, para o celibato heróico do clero e religioso, os hospitais católicos, a santidade completamente de um Thomas, um Kempis ou um Santo Inácio, os santos incontáveis canonizados e ainda, Madre Teresa, Papa João Paulo II, Papa João XXIII, os mártires primitivos, São Francisco de Assis, os eventos a Lourdes e Fátima, o intelecto deslumbrante de John Henry Newman, a sabedoria e perspicácia do Arcebispo Sheen de Fulton, São João da Cruz, a inteligência santificada de um Chesterton ou um Muggeridge, mulheres anciãs que fazem as Estações da Cruz ou o Rosário. Este espírito devoto é incomparável em sua extensão e profundidade, apesar de muitas contraposições protestantes.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

RESPOSTA A UM COMENTÁRIO DE UM VISITANTE

Coloco aqui o comentário de Antonio de Jesus e a resposta abaixo:

"oi amigo primeiro acredito não sou totalmente analfabeto e não te ofendi só pregei biblia pra voce .se voce não cre na biblia ou no JESUS ao qual falo paciencia amigo do seu sangue estou livre no dia do juizo final estou falando de salvação e não de religião ok e também não sou fanatico pois fanatico acredito ser estas pessoas sem conhecimento biblico que vão até aparecida do norte a pé fazendo sacrificio pois o unico sacrificio que DEUS JEOVA aceito e foi agradavem a DEUS foi JESUS na cruz do calvario fora este sacrificio é afirmo ser sacrificio de tolo serve de gosação por outras pessoas que sabem da verdade .
amigo tenho apenas 4 ano mesmo de escola primario sim mais DEUS me deu um intendimento muito grande para minha salvação sei e muito bem em que tenho crido lembre se de uma coisa que o próprio JESUS DISSE JOÃO CP 14 VS 6 JESUS disse eu sou o caminho a verdade a vida e ninguem vem ao PAI a não ser por mim .
saiba de uma coisa amigo JESUS te ama e tem uma grande obraa realizar em sua vida
."



Amigo em Cristo, a Jesus o louvor e a nós a misericórdia!

Se você fosse de fato cristão, como o nosso queridíssimo canônico Antônio de Pádua, teu padroeiro, não diria coisas antibíblicas e heresias.
Quando eu disse que era um analfabeto na língua portuguesa, não quis dizer que você é "totalmente analfabeto". Você bem deve saber que Deus não "precisa" de doutores ou de analfabetos para sustentar sua Igreja e propagar a Fé, porém Ele usa de analfabetos e de doutores para fazer parte da sua Igreja e a servir.
E não, você não pregou a Bíblia, na verdade você fez o contrário, pregou contra os ensinamentos bíblicos. Quem de fato prega a Bíblia é a Igreja de Cristo. Todos os livros da Bíblia que você e eu conhecemos saíram do seio da Igreja católica. Antes do século III não existia a Bíblia, existiam vários e vários livros, quando a Igreja de Deus reuniu-se em Concílios (nos anos 393 e 397) e separou os livros inspirados realmente pelo Espírito Santo e o que não era. Assim surgiu a Bíblia como você e eu a conhecemos. Só depois os protestantes retiraram alguns livros da Bíblia que julgaram apropriado, porque contradiziam o que eles mesmo pregavam. Portanto, dizer que você prega a Bíblia é uma heresia de uma prepotência comum no meio protestante. Quem realmente prega a Verdade bíblica é a Igreja e só ela pode dar a verdadeira interpretação.

"Pois deveis saber, antes de tudo, que nenhuma profecia da Escritura é objeto de explicação pessoal". (II Pedro 1, 20)

Por isso a Bíblia não pode ser de uma interpretação pessoal e isolada, antes, só a Igreja firmada por Cristo sobre Cefas tem o poder de interpretá-la corretamente e segundo a moção do Espírito Santo.
Onde quero chegar?
Digo que nem você e nem eu podemos interpretar corretamente a Palavra de Deus. Não temos essa ajuda especial do Espírito Santo que somente Pedro e o Colégio Apostólico e seus sucessores têm. Eu tenho apenas 30 anos, não sei quantos anos você tem, mas sabemos que a Igreja católica vem da sucessão apostólica (é só estudar a História que ela não nega esta verdade) e vem estudando as Sagradas Escrituras durante 2 milênios. Milhares e milhares de pessoas já se debruçaram sobre as Escrituras e as estudaram exaustivamente durante séculos, e nós agora com nem 80 anos que temos queremos ser conhecedores de toda a verdade! é muita presunção nossa!
A Bíblia não é um Livro fácil como um livro de receitas. Ela foi escrita basicamente em duas línguas: hebraico e grego. Duas línguas difíceis e que mal temos conhecimento. E o pior! quando se passa para a língua de cada pa, algumas passagens passam a ficar inintelígíveis e algumas palavras perdem seu valor teológico. Portanto, para estudar a Verdade da Revelação é preciso conhecer profundamente essas duas línguas e todo o contexto em que cada livro bíblico foi escrito - e mais: é preciso ter essa ajuda especial do Espírito Santo. Disso, nem você e eu (tenho certeza) temos conhecimento! portanto somos dois analfabetos nisto. Mas para isto Jesus deixou sua Igreja para nos ajudar e Ele deu à Igreja a infalibilidade nas questões de Fé e Moral, isto é, nos ensinamentos sobre a Fé e o uso dessa Fé. Se a Igreja errar, mostrará que Jesus foi infiel em sua promessa.

"Mas o Defensor, o Espírito Santo que o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará tudo e vos recordará tudo o que eu vos tenho dito." (São João 14, 26)

E Jesus não disse isto a todos os dicípulos, mas somente aos Doze, isto é, a São Pedro e ao Colégio Apostólico.
Portanto, querido Antônio, não somos nada e só temos que agradecer a Deus por termos na mão um Livro tão difícil e tão mal usado por tantos, enquanto podemos ouvir toda a Verdade revelada por Deus através da Igreja que entende perfeitamente esse Livro.
Se pegarmos esse Livro e tirarmos Dele nossa interpretação acontecerá um fenônemo que chamamos de Cisma. Veja ao seu redor quantas igrejas cismáticas. Igrejas que saem de outras igrejas, porque interpretaram diferentemente uma só passagem bíblica. Temos no mundo cerca de 60.000 igrejas ditas cristãs. No Brasil, por volta de 16.000. Cada uma seguindo sua própria cabeça.  É uma vergonha para o Cristianismo e para os ensinamentos de Cristo qeu pregou sobre a Unidade dos fiéis.Porém, veja que só a Igreja de Deus mantem-se inabalável durante os séculos com os mesmos ensinamentos, apesar do pecado e da fragilidade de seus membros, porque a Igreja é de Cristo e não dos homens, apesar de ter pecadores como seus membros!
Antônio de Jesus, meu santo, eu que sou pecador, o menor dos filhos de Deus e dos servos de Cristo, não falo do meu parco conhecimento sobre Deus e daquilo que penso. Sou pequeno demais para isto, não sou tão inteligente assim, não estudei a Sagrada Escritura durante dois mil anos e não sou sustentado como os Apóstolos e seus sucessores pela moção especial do Espírito Santo. Eu não falo do que estudei, mas do que a Igreja prega e interpreta da Bíblia. Preciso ser humilde e reconhecer que sou incapaz de interpretar corretamente um Livro tão importante, porque esse Livro é a Palavra de Deus e a Palavra de Deus é mais importante do que eu mesmo, não é?
Você disse que o único sacrifício que Deus aceita é o de Cristo. Bem, o único Sacrifício para Redenção e Remissão do pecado original e dos pecados atuais que Deus aceita é realmente o de Cristo, mas nosso Pai celestial, por meio de Cristo Jesus, seu amantíssimo Filho, também aceita nossos pequenos sacrifícios de louvor e amor que Lhe oferecemos, se assim fosse nossos jejuns (jejuns que os Apóstolos constantemente faziam, e se vê isso claramente nos Atos) e renúncias (que, por sí só já é o maior dos sacrifícios) de pecados não seriam aceitos por nosso amorosíssimo Pai.
Realmente ninguém vai ao Pai senão por Cristo, mas quem é você para se dirigir diretamente a Jesus Cristo, o Senhor dos Senhores, o Rei dos reis, o Santos dos santos? quem sou eu? que dignidade você e eu temos para nos achegar diante do Rei do universo de cabeça altiva e cheio de presunção, achando-se totalmente importante para tal atitude?
Vemos em São Mateus 15, 21-28,  que o Senhor Jesus Cristo apenas ouve o pedido da cananéia pela intercessão dos Apóstolos. Não somos dignos de Cristo! por isso precisamos de pessoas mais santas e dignas de Deus que nós para nos ajudar a pedir a Cristo por nossas necessidades.
Por fim, querido Antônio, que santo Antônio de Pádua, teu padroeiro e padroeiro de minha cidade, interceda diante de Jesus Cristo por você e por mim, para que Deus nos ilumine sempre por seu Espírito Santo e que sejamos dignos das Promessas de Cristo que chegaram até nós por meio da Igreja católica!
Seja sempre bem vindo aqui no meu blog.
Seu menor irmão,

tt

sexta-feira, 8 de julho de 2011

FORA DA IGREJA CATÓLICA NÃO HÁ SALVAÇÃO

Esta é uma verdade de Fé, isto é, imutável em sua essência, vinda de Cristo, explícita na Sagrada Escritura e na Tradição dos apóstolos, promulgada pela Igreja: quem não pertence ao Corpo de Cristo (I Cor 12, 27; Ef. 1, 22-23), que é o único Caminho, Verdade e Vida (João 14, 1-12), único Mediador entre Deus e os homens (1 Timóteo 2, 5), único Salvador (João 1) e Sumo Sacerdote eternamente (Hebreus 4, 14 a 16), não pode encontrar salvação fora.
Temos que lembrar, porém, que aqueles que não conhecem a Cristo podem se salvar de alguma forma misteriosa ainda pela Igreja e por Cristo, desde que sigam suas consciências. Porém, a partir do momento que a pessoa encontra-se com Cristo e conhece sua Igreja, e depois a rejeita torna-se cúmplice da sua própria ignorância e se perderá eternamente no inferno se não participar Dela efetivamente.
Rejeitar a Igreja (Corpo de Cristo) é rejeitar a Cristo (sua Cabeça – Efésios 5, 23), porque o Corpo não está separado da Cabeça, e sem Jesus Cristo não há salvação, por isso é preciso estar unido ao seu Corpo para ser salvo, isto é, sua Igreja.
E, como o Senhor fundou sua Igreja sobre Pedro (Mateus 16, 17), e os Bispos de Roma são seus sucessores, a única Igreja que o Senhor fundou é a Igreja católica, portanto única Igreja verdadeira.

No Catecismo Oficial da Igreja católica, parágrafos 846 a 848, se encontra a explicação:

“Como entender esta afirmação, com freqüência repetida pelos Padres da Igreja? Formulada de maneira positiva, ela significa que toda salvação vem de Cristo-Cabeça por meio da Igreja, que é seu Corpo:
Apoiado na Sagrada Escritura e na Tradição, [o Concílio] ensina que esta Igreja peregrina é necessária para a salvação. O único mediador e caminho da salvação é Cristo, que se nos torna presente em seu Corpo, que é a Igreja. Ele, porém, inculcando com palavras expressas a necessidade da fé e do batismo, ao mesmo tempo confirmou a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo Batismo, como que por uma porta. Por isso não podem salvar-se aqueles que, sabendo que a Igreja católica foi fundada por Deus por meio de Jesus Cristo como instituição necessária, apesar disso não quiserem nela entrar ou nela perseverar.
Esta afirmação não visa àqueles que, sem culpa, desconhecem Cristo e sua Igreja:
"Aqueles, portanto, que sem culpa ignoram o Evangelho de Cristo e sua Igreja, mas buscam a Deus com coração sincero e tentam, sob o influxo da graça, cumprir por obras a sua vontade conhecida por meio do ditame da consciência podem conseguir a salvação eterna. Deus pode, por caminhos dele conhecidos, levar à fé todos os homens que sem culpa própria ignoram o Evangelho. Pois 'sem a fé é impossível agradar-lhe' Mesmo assim, cabe à Igreja o dever e também o direito sagrado de evangelizar" todos os homens.”

São Cipriano (séc. III) escreveu: "Não há salvação fora da Igreja".

No Credo de Santo Atanásio (séc. IV), oficial da Igreja Católica, se encontra : " Todo aquele que queira se salvar, antes de tudo é preciso que mantenha a fé católica; e aquele que não a guardar íntegra e inviolada, sem dúvida perecerá para sempre (...) está é a fé católica e aquele que não crer fiel e firmemente, não poderá se salvar".

Papa Inocêncio III (1198-1216): "De coração cremos e com a boca confessamos uma só Igreja, que não de hereges, só a Santa, Romana, Católica e Apostólica, fora da qual cremos que ninguém se salva".

IV Concílio de Latrão (1215), infalível, Canon I: "...Há apenas uma Igreja universal dos fiéis, fora da qual absolutamente ninguém é salvo...". Canon III: "Nós excomungamos e anatematizamos toda heresia erguida contra a santa, ortodoxa e Católica fé sobre a qual nós, acima, explanamos...".

Papa Bonifácio VIII (1294-1303): "Por apego da fé, estamos obrigados a crer e manter que há uma só e Santa Igreja Católica e a mesma apostólica e nós firmemente cremos e simplemente a confessamos e fora dela não há salvação nem perdão dos pecados (...) como Romano Pontífice, o declaramos, o decidimos, definimos e pronunciamos como de toda necessidade de salvação para toda criatura humana.”

Concílio de Florença (1438-1445): "Firmemente crê, professa e predica que ninguém que não esteja dentro da Igreja Católica, não somente os pagãos, mas também, judeus, os hereges e os cismáticos, não poderão participar da vida eterna e irão para o fogo eterno que está preparado para o diabo e seus anjos, a não ser que antes de sua morte se unirem a Ela(...)"

O Concílio infalível de Trento (1545-1563) além de condenar e excomungar os protestantes, reiterou tudo o 
que os Concílios anteriores declararam, e ainda proferiu : "... nossa fé católica, sem a qual é impossível agradar a Deus..."

Papa Pio IV (1559-1565), um dos papas do Concílio de Trento: "... Esta verdadeira fé católica, fora da qual ninguém pode se salvar..." (Profissão de fé da Bula "Iniunctum nobis" de 1564)

Papa Benedito IV (1740-1758): "Esta fé da Igreja Católica, fora da qual ninguém pode se salvar..."

Papa Gregório XVI (1831-1846), Mirari Vos: "Outra causa que tem acarretado muitos dos males que afligem a Igreja é o indiferentismo, ou seja, aquela perversa teoria espalhada por toda a parte, graças aos enganos dos ímpios e que ensina poder-se conseguir a vida eterna em qualquer religião, contanto que se amolde à norma do reto e honesto. Podeis com facilidade, patentear à vossa grei esse erro tão execrável, dizendo o Apóstolo que há um só Deus, uma só fé e um só batismo (Ef. 4,5): entendam, portanto os que pensam poder-se ir de todas as partes ao Porto da Salvação que, segundo a sentença do Salvador, eles estão contra Cristo, já que não estão com Cristo (Luc. 11,23) e os que não colhem com Cristo dispersam miseravelmente, pelo que perecerão infalivelmente os que não tiverem a fé católica e não a guardarem íntegra e sem mancha (Simb. Sancti Athanasii).(...) Desta fonte lodosa do indiferentismo promana aquela sentença absurda e errônea, digo melhor disparate, que afirma e que defende a liberdade de consciência. Esse erro corrupto que abre alas, escudado na imoderada liberdade de opiniões que, para confusão das coisas sagradas e civis, se estende por toda parte, chegando a imprudência de alguém asseverar que dela resulta grande proveito para a causa da religião. Que morte pior há para a alma do que a liberdade do erro?, dizia Santo Agostinho (Ep. 166)"

"Catecismo da Doutrina Cristã", voz infalível do ensinamento dos Papas e dos Concílios:

149- Que é a Igreja Católica?
A Igreja Católica é a sociedade ou reunião de todas as pessoas batizadas que, vivendo na terra, professam a mesma fé e a mesma lei de Cristo, participam dos mesmos sacramentos, e obedecem aos legítimos Pastores, principalmente ao Romano Pontífice.
153- Então não pertencem à Igreja de Jesus Cristo as sociedades de pessoas batizadas que não reconhecem o Romano Pontífice por seu chefe?
Todos os que não reconhecem o Romano Pontífice por seu chefe não pertencem à Igreja de Jesus Cristo.
156- Não poderia haver mais de uma Igreja?
Não pode haver mais de uma Igreja, porque, assim como há um só Deus, uma só fé e um só Batismo, assim também não há nem pode haver senão uma só Igreja verdadeira.
168- Pode alguém salvar-se fora da Igreja Católica, Apostólica, Romana?
Não. Fora da Igreja Católica, Apostólica, Romana, ninguém pode salvar-se, como ninguém pôde salvar-se do dilúvio fora da arca de Noé, que era figura desta Igreja.

Ou, ainda em outro documento, São Pio X, condenando, as teses modernistas: "Toda religião, não excetuada sequer a dos idólatras, deve ser tida por verdadeira(...). E os modernistas de fato não negam, ao contrário, concedem, uns confusa, e outros manifestamente, que todas as religiões são verdadeiras(...). Quando muito, no conflito entre as diversas religiões, os modernistas poderão sustentar que a Católica tem mais verdade, porque é mais viva e merece mais o título de Cristã, porque mais completamente corresponde o título de Cristã, porque mais completamente corresponde às origens do cristianismo".

A Jesus Cristo a glória e a nós a Misericórdia! 

tt



quinta-feira, 30 de junho de 2011

OS PROTESTANTES E A IGREJA DE JESUS CRISTO

Fizeram-me uma pergunta: Por que a Igreja católica é a verdadeira Igreja?

Hoje o Cristianismo está totalmente dividido: existem 60.000 denominações cristãs em todo o mundo e por volta de 16.000 somente no Brasil. E vou usar as Palavras do Senhor Jesus Cristo que disse: "No princípio não era assim". (Mateus 19, 8).
As pessoas, hoje em dia, pensam que “não importa a placa, mas a fé em Jesus Cristo”. Valendo-se deste modo liberal de pensar, digamos democrático, posso então fundar a minha igreja, o meu cristianismo, ao meu modo, com a minha interpretação bíblica, com minhas leis e filosofias, meus dogmas, meus “achismos”. Pensando assim, vou fundar uma congregação (igreja) no fundo da minha casa e ficar somente eu nela e meu pai. Seremos uma igreja de dois. Aí, também todo mundo vai e funda sua igreja na sua casa. Com o tempo vai haver milhões de igrejas, como já existe hoje, e cada uma a seu modo de ser, interpretar a Palavra de Deus, falar de Jesus, sem o mandato direto Dele para ir ao mundo e pregar o Evangelho.
Foi assim desde o princípio?
Qual foi o plano do Senhor Jesus Cristo a respeito dos seus seguidores?

Vemos em Mateus 16, 15-19 que o Senhor designou apenas UM dos Doze Apóstolos para guiar seus seguidores:

“E vós”, retomou Jesus, “quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Jesus então declarou: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi carne e sangue quem te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso, eu te digo: tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e as forças do Inferno não poderão vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”.

A qual outra pessoa o Senhor Jesus Cristo, Deus e homem, em vida disse isto?
Simão Pedro é auxiliado pela graça divina de uma forma especial e imerecida para ver que Jesus é o Messias e Deus, por isso sua infalibilidade sobre as revelações divinas acerca da Fé, tanto que no futuro Pedro vai escrever que a interpretação das Escrituras não podia ser algo arbitrário e pessoal (2 Pedro 1, 20-21). O Senhor, por outro lado, diz que Simão é a Pedra (Cefas = rocha, pedra) sobre a qual Ele instituirá sua Congregação (= Igreja), Seu Povo, Sua Assembléia. Em torno de Pedro se reunirá a Igreja de Jesus Cristo, e ele terá as chaves do Reino de Deus na terra, e terá poder (amparado pelo Espírito Santo do Pai e do Filho) de ligar e desligar o que diz respeito as coisas do Reino dos céus.

E mesmo, apesar das fraquezas do Apóstolo do Senhor, Ele deixa explicitamente claro de quem é o dever de cuidar da Fé do povo de Deus:

“Por isso, assim como o meu Pai me confiou o Reino, eu também vos (aos Doze) confio o Reino. Havereis de comer e beber à minha mesa no meu Reino, e vos sentareis em tronos para julgar as doze tribos de Israel. Simão, Simão! Satanás pediu permissão para peneirar-vos, como se faz com o trigo. Eu, porém, orei por ti, para que tua fé não desfaleça. E tu, uma vez convertido, fortalece os teus irmãos”. (Lucas 22, 29-32)

Depois de ressuscitado, o Senhor Jesus ainda confirma por três vezes (dizendo em Nome da Trindade santa) essa missão do Apóstolo Pedro:

“Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos. Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?” Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”. Jesus lhe disse: “Cuida dos meus cordeiros”.E disse-lhe, pela segunda vez: “Simão, filho de João, tu me amas?”. Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”. Jesus lhe disse: “Sê pastor das minhas ovelhas”. Pela terceira vez, perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro ficou triste, porque lhe perguntou pela terceira vez se era seu amigo. E respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que te amo”. Jesus disse-lhe: “Cuida das minhas ovelhas.”” (João 21, 15-17)


Com a volta de Jesus para o Pai, Ele delegou os doze apóstolos como representantes da
 Igreja, sob a jurisdição de um único Apóstolo, Pedro. Nos primórdios do Cristianismo, existia uma única Assembléia (Igreja), um único povo cristão, um único Caminho, um único Corpo Místico de Cristo (Igreja), um só batismo, uma só Fé.

Diz Paulo na carta a cidade de Éfeso:

“Há um só Corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós." (Efésios 4)
Se formos seguir o Ato dos Apóstolos e depois as cartas de Paulo, Pedro, João e Judas, vemos que eles estavam em comunhão entre si, que estavam caminhando juntos e resolviam as coisas juntos, como Igreja, em Assembléia, num único Espírito Santo, sob o mesmo prisma da Fé e doutrina transmitida pessoalmente a eles por Jesus Cristo. Paulo mesmo não tomou a liberdade de sair pregando até que foi incorporado ao grupo que seguia os Apóstolos e lhes foi obediente e submisso.
Vemos que o seguimento Apostólico era tão válido na época que, com o suicídio de Judas Iscariotes, os Apóstolos oraram e colocaram em seu lugar Matias (Atos 1, 21, 22). Daí já se via a sucessão apostólica e como era feito quando um deles morria.
Por isso o seguimento Apostólico vem até hoje através da Igreja que é atualmente estabelecida na cidade em que Pedro e Paulo foram martirizados. Com a morte do Apóstolo Pedro, elegeram outro para ficar em seu lugar, e assim sucessivamente até os dias de hoje. Assim como ocorreu no caso de Matias que ficou no lugar de Judas, o traidor. (Veja a lista >> http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Gr%C3%A1fico_da_sucess%C3%A3o_dos_papas )

Por isso, no princípio havia uma só Igreja e temos certeza que Jesus Cristo quer uma só Igreja, porque Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente, e não muda o chamado que fez à sua Igreja nascente. E essa Igreja deixou de existir? É óbvio que não. Ela existe, e está presidida sob os sucessores dos Apóstolos, especialmente sob o sucessor de Pedro, que atualmente é chamado pelo nome de consagração: Bento XVI. E quando este entregar sua alma, outro o substituirá, legitimamente ordenado pelos Bispos que são os sucessores dos Apóstolos.
A Igreja fundada sobre Pedro e os Apóstolos é a mesma que vemos hoje e nunca deixará de existir, porque o Senhor mesmo declarou que as portas do inferno não seriam suficientes para derrubá-La.
Foi desejo explícito ter uma Assembléia única, sob uma jurisdição e representante único, visível, que seria guiado pelo Espírito Santo para que jamais errasse na doutrina de Jesus Cristo e tivesse autoridade sobre o novo Povo de Deus e o Reino de Deus neste mundo.
Por isso o Senhor disse apenas aos doze Apóstolos quando os enviou:

“Quem vos recebe, é a mim que está recebendo; e quem me recebe, está recebendo aquele que me enviou.” (Mateus 10, 40)

E ainda lhes declarou que seriam socorridos pelo Espírito Santo nas urgências:

“Quando vos entregarem, não vos preocupeis em como ou o que falar. Naquele momento vos será dado o que falar, pois não sereis vós que falareis, mas o Espírito do vosso Pai falará em vós.” (Mateus 10, 19-20)

Hoje em dia muitos se dizem apóstolos, designados por Jesus Cristo como fundadores de igrejas, ou se dizem mestres, pastores. Porém, o Senhor apenas instituiu os Doze sob a jurisdição de Pedro como pastores, apóstolos, mestres, doutores a respeito dos assuntos da Fé e doutrina. Após a morte destes, como ocorreu no caso de Judas, o traidor, outros foram colocados como seus sucessores, e especialmente no caso de Pedro, que seu sucessor foi Lino, depois da morte de Lino, foi Clemente. Isto não consta na Sagrada Escritura, como não consta a morte de Pedro, e sabemos que ele morreu, mesmo sem estar nas Escrituras. Como sabemos que Pedro morreu, como morreu e quem ficou em seu lugar? A História o confirma. E se formos seguindo essa sucessão vamos chegar até o atual Papa.
Muitos alegam que a Igreja católica não seria a verdadeira de Cristo porque seus membros pecam, mas temos que lembrar que a Igreja é formada por pecadores, homens e mulheres a caminho da Terra Prometida, o Novo Povo de Israel no deserto deste mundo, e mesmo os pecados do povo de Deus em nada compromete a realidade e a missão que o Senhor deu a Pedro e aos Apóstolos de batizarem, pregarem o Evangelho, manter firme o que Ele mesmo ensinou. Se não houvesse a sucessão apostólica, a Igreja de Cristo teria morrido com os Apóstolos – só recordando que a Igreja de Deus é humana em toda sua forma visível e precisa de seres humanos para a perpetuar.
Mas, o mesmo fundador dessa Comunidade, Congregação ou Igreja, prometeu que as portas do inferno não prevaleceriam contra essa Fundação e que permaneceria com essa Fundação até o final dos tempos:

“Os onze discípulos voltaram à Galiléia, à montanha que Jesus lhes tinha indicado. Quando o viram, prostraram-se; mas alguns tiveram dúvida. Jesus se aproximou deles e disse: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações, e batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-lhes a observar tudo o que vos tenho ordenado. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos”. (Mateus 28, 16-20)

Por essa promessa que Jesus, após a ressurreição, fez somente aos Apóstolos, Ele se mantém presente na mesma Igreja que fundou há dois mil anos e da qual jamais se apartaria, por qualquer motivo que fosse, porque essa Igreja é seu Corpo, e Ele sua Cabeça, e não se separa o Corpo da Cabeça. 
As demais igrejas são apenas imitações da verdadeira Igreja de Jesus Cristo, que têm alguma coisa parecida com a Igreja, mas não são a Igreja que o Senhor fundou e prometeu manter até a sua Parusia. 
Deus está nessas denominações? somente no coração dos fiéis que aceitaram verdadeiramente Jesus Cristo e que não conhecem a Verdade de que a Igreja sob o Papa é a verdadeira, e somente esses se salvarão, por não conhecerem toda a verdade e por isso não poderão ser responsabilizados por aquilo que não conheciam. Eles estão unidos de alguma maneira ao Corpo do Senhor pelo caminho misterioso da fé e não são de fato Corpo do Senhor pelo vínculo da Igreja instituída por Jesus Cristo, que é a Igreja. Eles se salvarão pelas graças da redenção derramadas na Igreja de Cristo que de alguma forma os atingirão. 
Aqueles, porém, que sabem que a Igreja católica (católica=universal, mundial) é a Igreja do Senhor e não escolhem fazer parte Dela em vida, não se salvarão do inferno, porque somente os que são membros do  Corpo de Jesus Cristo se salvarão, e eles rejeitaram a Fé, o Corpo do Senhor, a graça e  a santificação que existem de modo total e permanente na Igreja católica.

Em suma, existe apenas uma Igreja, uma só Fé, um único Batismo, um único Senhor e Deus, um único Espírito Santo, uma única interpretação das Escrituras.


 A Jesus a glória e a nós a Misericórdia!

tt