quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A VERDADEIRA RELIGIÃO É FUNDADA PELO PRÓPRIO DEUS

Uma questão de Dowgllaz Silva:

“Olá, eu gostaria de saber se é pecado não ter religião  ? não gosto de religiões pois elas se parecem time de futebol, cada uma se diz melhor que a outra, e eu não quero cometer o erro de estar numa religião errada !

Também quer saber o porque Deus nos deu a escolha do certo e o errado ? porque ele não criou somente o certo ? Me parece que ele quer brincar com a gente." 

Caro Dowgllaz:


O significado real da palavra Religião é religar.
 Durante todos os tempos, a raça humana sente-se intimamente, intrinsecamente motivada a reconquistar a comunhão com o divino, como que religando o homem ao divino. Nos povos primitivos eram feitos até mesmo sacrifícios de animais e de humanos para tentar contatar o deuses. Mesmo entre os povos politeístas (adoração de vários deuses) isso sempre existiu, e isso se tornou ainda mais evidente no monoteísmo judaico (adoração de um único Deus). A issa busca por comunhão com o Divino chamamos de Religião.
O homem, em todos os tempos, especialmente no monoteísmo, sentiu-se longe de Deus, desconectado e por todo o tempo fazia o que estava em seu alcance para se religar com Deus.
No entanto, surgiu um homem chamado Jesus, nascido em Belém, morador da pequena vila de Nazaré, cujos pais são Maria e José, e Ele se proclamava o Messias esperado por Israel, e um Messias que era Deus feito homem, que por sua morte e ressurreição religaria ao Deus eterno todos os que O seguissem. Assim surgiu o Cristianismo.
Em todas as demais religiões o homem faz um esforça para alcançar Deus, no Cristianismo verdadeiro Deus vem em busca do homem. Nunca o homem, politeísta ou monoteísta, imaginou isso algum dia. Deus em busca do homem, Deus correndo atrás do prejuízo que o homem causou, Deus se religando ao homem.
Este homem Jesus, sendo Deus em busca do homem perdido e desligado, instituiu uma só Religião-Igreja, tendo Pedro (um de seus seguidores mais próximos) como seu Sucessor e Representante (veja a explicação melhor sobre isto aqui em meu Blog no link http://jesusecatolico.blogspot.com/2011/06/os-protestantes-e-igreja-de-jesus.html).
Claro que apesar de Ele ter instituído uma só Religião-Igreja, aqueles que não aceitaram essa ideia, durante os tempos seguintes, resolveram fazer um Cristianismo à sua maneira: daí surgiram outras denominações que seguem pelo menos parte (parte, às vezes adulterada) do que ensinou nosso Senhor Jesus Cristo.
Você me pergunta se é pecado não ter Religião. Posso te dizer que você tem uma Religião, ao seu modo, mas tem. É inerente ao ser humano, mesmo ao ateu, ter uma Religião. O ateísmo em si é um Religião, um religar ao divino, mesmo que o divino seja o materialismo, um ídolo político ou artista, ou a própria pessoa. O fator é seguir ou não a verdadeira Religião.
O pecado seria conhecer a verdadeira Religião e não aderir a ela. E qual seria essa verdadeira Religião? Usando a inteligência, através dos estudos é fácil encontrá-La. Se formos ver, historicamente e antropologicamente, a verdadeira, única, imutável e inalterável Religião-Igreja é a fundada pelo Criador que se encarnou e que a institui sobre Pedro e a perpetuou pelos Sucessores de Pedro.
Existem religiões e a Religião, e para não ferir o liberdade humana temos que escolher com amor, inteligência e fé. Deus criou somente o certo; o errado é como a sombra da do certo. Onde existe Luz (o certo, a Verdade), há também as sombras. Deus aponta o certo, a Verdade – é só seguirmos o que Ele aponta. Não é fácil, porque no mundo existe o pluralismo de ideias, e portanto o pluralismo de religiões. Contudo, se estivermos realmente convictos de que queremos encontrar Deus e a Verdade, sem dúvida O encontraremos, porque Deus é a Verdade (São João 14, 6) e Ele não mente e nem engana. A ilusão e a confusão são provocadas por aqueles que não estão com Deus e não O seguem verdadeiramente, mesmo que pareça que eles O sigam.
Também já tive essa mesma dúvida que você teve, anos atrás. Hoje, mesmo estando na contínua busca pela Verdade íntegra e total, encontrei e continuo a encontrar a verdadeira Religião na Igreja fundada por Jesus Cristo sobre Pedro e continuada por seus Sucessores. E quanto mais entendo a Verdade infinita e imutável mais vejo essa mesma Verdade na Igreja, não somente no Cristianismo em geral, mas na única Igreja fundada e instituída por Jesus, o verdadeiro Messias esperado por Israel até os dias de hoje.
E apesar de a Igreja saber que é a verdadeira, historicamente e biblicamente, você nunca vai ouvir o Vaticano e o Papa dizerem que é a melhor das religiões, muito pelo contrário, você tem visto nos últimos tempos a conversa e o diálogo fraterno da Igreja com outras religiões, mesmo a Igreja não compactuando com seus ensinamentos.
Espero ter respondido parte de sua questão. Logo terá outro texto a respeito de outra pergunta que me fez.
Peço que, para terminar, leia mais sobre a Igreja aqui neste link a seguir: http://jesusecatolico.blogspot.com/search/label/IGREJA

Que Deus abençoe você em sua busca pela Verdade, Verdade esta que se encarnou no seio da Virgem e habitou entre nós (São João capítulo I).

tt

HOMENAGEM À SENHORA, RAINHA DOS SANTOS

Coloco aqui um poema de minha autoria em homenagem à Mãe de nosso Deus Jesus Cristo, conhecida no Brasil pelo título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
Ave, cheia de graça!

Minha Senhora,
A mais linda das senhoras!
Ela que me introduz diante do trono e me faz assentar entre os justos;
Torna-me merecedor de estar entre as estrelas do céu.
Minha Senhora, rainha nos céus, Senhora na Terra,
Admirada nas assembléias celestes,
Querida pelos anjos, bendita pelos querubins, amada pelos santos!
Esta Senhora causa horror aos malditos pelo seu humilde semblante, pelo seu amor desinteressado;
Com seu olhar derruba legiões inteiras,
Com seu suspiro de amor faz fugir multidões infernais,
Traz confusão e pavor sua presença silenciosa nas hordas inimigas!
Ao seu sinal centenas de anjos se põem em combate imediatamente,
Milhares de guerreiros colocam-se ao seu lado.
Seu odor santo atrai multidões de justos e santos,
Seu olhar de Mãe acaricia os corações dos peregrinos terrestres,
Dá sustentos aos desanimados e aos pequenos.
Antes que fosse gerada entre os homens, foi sonhada por Deus, como filha e como Mãe,
Desejada antes da criação, abençoada antes de todas as criaturas.
Antes das estrelas mais antigas, antes dos arcanjos e serafins foi amada pelo Santíssimo,
Santificada pelo Altíssimo,
Purificada,
E a luz eterna a envolveu no momento de sua concepção;
Fê-la grande antes mesmo que tivesse forma,
Fê-la cheia de todas as graças no momento em que começou a existir.
Tornar-se-ia Mãe do Filho humanado do Todo-Poderoso,
Participante do nascimento do Rei dos céus,
Mulher do Criador na concepção de seu queridíssimo e santíssimo Filho Unigênito.
Tornou-se santa para o Santo, Rainha por causa do Rei;
A ninguém foi comparada, tornando-se a Mulher dos céus infinitos,
Templo Vivo do Rei, Morada humana do Criador, Casa de Deus, Belém Eterna!
Os anjos ajoelhavam-se diante dela, adorando o Rei que morava nela,
A contemplar a Luz Divina que irradiava de seu seio materno,
Do Bebê que era gerado em seu ventre, sendo sustentado pelo seu sangue humano,
Sangue este que derramaria mais tarde em sacrifício humano pelos humanos!
A Presença deste Bebê santificava a Mulher,
Tornando-a mais santa, mais pura, mais agraciada que qualquer outra mulher!
Que graça!
Que fé!
Que humildade teve esta Mulher por carregar em seu seio o Deus Eterno!
Mulher de Deus pela fé, filha de Deus por adoção, Mãe de Deus por escolha divina;
Bendita entre todas as mulheres, cheia de graça aos olhos do Criador,
Encontrada pura na alma e no corpo,
Tornando-se habitação perene de Deus na Terra.
Por ser Mulher pôde ser Mãe e Esposa, gerando Deus para a salvação do mundo;
Mulher de Deus, Mãe de Deus, escolha eterna do Deus Eterno!
Não há ser humano que foi elevado a tal sublime altura,
Não há maior graça do que tornar-se ponte para Deus entrar neste mundo!
Desde toda eternidade foi pensada,
Concebida no pensamento de Deus desde sempre,
Primeira criatura a ser desejada,
Antes mesmo que os mais santos anjos,
Antes mesmo que o mais formoso querubim do jardim de Deus!
Rosa plantada entre os homens para trazer o perfume de Deus aos homens,
Sendo bela sem saber que era,
Tendo perfume sem saber que o tinha.
Que missão sublime!
Minha Senhora tornou-se Senhora e Rainha por eleição dos céus;
Minha Senhora tornou-se Mãe de Deus e dos homens por opção divina;
Podemos agora saborear o Pão dos céus,
Podemos agora beber o cálice de amor,
Porque ela aceitou ser Mãe quando lhe era impossível ser.

ANDERSON DA SENHORA DOS CÉUS. (Ofereço à minha Senhora, ela que cuida de mim, me ampara nos momentos mais dificeis, e me faz contemplar o rosto de Seu Filho Humanado)

terça-feira, 11 de outubro de 2011

IDOLATRIA


Junior Souza questiona:

Mas e em relação aos dez mandamentos? Sobre o que fala lá das imagens? Pode me esclarecer, por favor, sou novo de fé e preciso de ajuda.

Assim diz o Decálogo:

‘Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirou do Egito, da casada da escravidão. Não terás outros deuses além de mim. Não farás para ti ídolos, nem figura alguma do que existe em cima, nos céus, nem do que há embaixo, na terra, nem do que existe nas águas, debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles, nem lhes prestarás culto, pois eu sou o SENHOR teu Deus, um Deus ciumento. (Deuteronômio 5, 6-9 e também em Êxodo 20)

Se esta passagem se refere a todas as imagens, então você e eu não podemos ter imagem nem como fotografias, nem quadros de paisagens. Não se pode ser fideísta, ou seja, usar um texto ao pé da letra sem confrontá-lo com o restante da Sagrada Escritura, sem aprofundar-se totalmente no contexto em que foi escrito, na razão de ter sido escrito. Portanto, vamos tratar esse assunto de idolatria à luz de todas as passagens da Sagrada Escritura, como um todo que Ela é.
Primeiramente vamos analisar o mandamento.
O texto diz: “Não terás outros deuses além de mim.” Deus é Um só, não existem outros deuses, e seu mandamento primeiro é que O amemos acima de qualquer outra pessoa ou coisa, portanto, ter outras pessoas como deuses além Dele é certamente pecado de idolatria. Preste atenção no texto bíblico que diz: outros deuses além de mim.
O texto segue: Não farás para ti ídolos. O verbo aí se refere a fabricar com as mãos, “não fabricarás ídolos”. O texto bíblico se refere a ídolos todo objeto, coisa ou pessoa que é adorado como um deus, portanto, o ídolo substitui a palavra deus, no contexto. Podemos então subentender que o texto diz que não é para fabricarmos deuses.
E o texto complementa: nem figura alguma do que existe em cima, nos céus, nem do que há embaixo, na terra, nem do que existe nas águas, debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles, nem lhes prestarás culto. Entenda-se: é dito para não construir imagem ou figura para serem adorados como ídolos, como deuses. Deus não os estava simplesmente proibindo de terem imagens, como veremos logo a seguir.
Por que Deus disse isto ao povo hebreu?
Porque esse povo era indigente na terra egípcia, uma terra onde havia vários deuses, vários ídolos, os egípcios cultuavam imagens de sapos até os astros celestes. E Deus levava o povo hebreu através do deserto até a Terra Prometida, cujo espaço já estava ocupado por povos pagãos que cultuavam outros deuses, ídolos de todas as formas. E mais: depois de chegarem à Terra Prometida, os povos diversos que os circundariam estavam cheios de superstições desse tipo, adorando deuses de barro, em formas de animais, e até os astros celestes. O povo hebreu correria risco de idolatria facilmente, tanto é que no deserto, sem nenhum povo que os pudesse contaminar, eles construíram um bezerro de barro e o proclamaram um deus, mesmo depois de terem visto o poder de Deus os tirar do Egito. Eram, ainda, um povo fraco na Doutrina da Fé.
Continuando na análise, vemos que Deus somente proibiu o uso de imagens como objetos de adoração, tanto é que vemos nos anos depois da Revelação dos Dez Mandamentos Deus permitindo o uso de imagens. Estaria Deus se contrariando? Claro que não. Com isso Ele estava esclarecendo o motivo de não poder ter imagens, um único motivo: se for as usar como deuses.
Fica claro esse motivo quando Ele mostra como se deve enfeitar a Arca da Aliança:
“Farás dois querubins de ouro polido nas duas extremidades do propiciatório: um de cada lado, de modo que os querubins estejam nos dois extremos do propiciatório. Os querubins, com as asas estendidas por cima, estarão encobrindo o propiciatório, um em frente do outro, voltados para o propiciatório. Porás o propiciatório sobre a arca, e dentro da arca o documento da aliança que te darei. Ali me encontrarei contigo, e de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins colocados sobre a arca da aliança, eu te comunicarei tudo o que deves ordenar aos israelitas.” (Êxodo 25,10-22; 37, 7-9)

Deus mesmo pede que se coloque dois Anjos querubins sobre a tampa da Arca, e diz mais: que Ele estará sobre essa Arca e que do meio dos dois Anjos Ele falará à Moisés.
Nem mesmo prostrar-se (ajoelhar-se com o rosto no chão) diante da Arca era considerado por Deus como idolatria, veja:
 “Josué e os anciãos rasgaram a roupa que traziam e prostraram-se perante a arca do Senhor até a noite, pondo terra nas cabeças." (Josué 7, 4-6)

Josué se prostrou na frente dessas imagens e não foi considerado como pecado de idolatria. Por quê? Porque
não é errado prostrar-se diante de uma imagem de um anjo de Deus, de um santo, de Jesus Cristo, para adorar e honrar a Deus. É pecado antes prostrar-se diante de uma imagem para adorar a imagem. E como sabemos que a pessoa está adorando a imagem ou Deus através do sinal da Presença onipresente de Deus que a imagem representa? Só Deus que vê o coração pode saber, ninguém mais pode julgar, porque ninguém vê o coração senão Deus.
No capítulo 3 de Êxodo, Moisés se prostra na frente de uma planta pegando fogo. Foi isso que Moisés viu: uma sarça que não se consumia pelo fogo. Ele não viu o Rosto de Deus, mas viu somente o fogo glorioso, e o que Ele fez? Adorou Deus ali vendo essa imagem que representava Deus. Ele pecou por isto? Claro que não. Deus é onipresente e está também dentro e fora das imagens a Ele consagradas, e mais: está dentro da alma do fiel que ali se prostra diante da imagem, sabendo ele próprio que a imagem não é um deus, ou Deus, mas a representação de Deus, como o fogo que Moisés viu no deserto, a Arca da Aliança ou o Templo diante do qual o povo israelita se prostrava para adorar a Deus. Prostrar-se nem sempre quer dizer adorar, porque a verdadeira adoração é uma adoração em espírito e verdade. Sabendo disto, não se deve julgar simplesmente ao ver o exterior do indivíduo, mas deixar que Deus faça o julgamento que só Ele que vê o interior pode fazer.
No Templo construído por Salomão foram colocadas imagens de escultura, como diz a Escritura:

- Dois Anjos querubins de madeira de árvore oleaginosa, recobertos de ouro, estavam postados no Santíssimo daquele templo (1 Reis 6, 23- 29);
- O mar de fundição repousava sobre 12 touros de cobre, e os lados dos carrocins de cobre para uso no templo eram decorados com figuras de leões, touros e querubins (1 Reis 7, 25-29);
- Doze leões perfilavam-se nas escadas que conduziam ao trono de Salomão (2 Crônicas 9,17-19).

Diante dessas imagens para o culto divino, não era considerado idolatria.

E o que é idolatria então?
É usar um objeto, uma pessoa, uma imagem e colocá-la no lugar de Deus. Isso é idolatria. Portanto, colocar a família, os amigos, o trabalho, o dinheiro no lugar de Deus é um pecado de idolatria. Fazer a própria vontade é idolatria. Avareza é idolatria.

 “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza”
(São Mateus 6, 24).

“Porque sabei-o bem: nenhum dissoluto, ou impuro, ou avarento – verdadeiros idólatras! - terão herança no reino de Cristo e de Deus”.
 (Efésios 5, 5)

Amar a própria família mais que a Deus é idolatria.
“Aquele que ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim; aquele que ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim”.
                                                             (São Mateus 10, 37)

Portanto, usar objetos para culto santo como Deus mesmo permitiu ao povo judeu quando foi construir a Arca e o Templo não é pecado.
O pecado de idolatria é colocar qualquer coisa no lugar de Deus.
Caro Junior Souza, espero ter esclarecido sua dúvida.
Deus abençoe você em sua busca pela Verdade.

tt


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A IGREJA E A APOSTASIA

Vinícius pergunta:

Anderson, bom Dia!

1 -Porque  os adoradores do senhor se corrompeu de uma tal maneira que hoje viraram verdadeiros fariseus, sepulcro calhado dentro da igrejas. E tenta acabar com a fé dos outros?

2- Porque há tanta incredulidade dentro da igreja?

3- Porque a falta de amor do pastores pela suas ovelhas?

Atenciosamente!

Caro Vinícius:

À sua pergunta, respondo com convicção: A fé está sendo abalada por não apegarem-se à Verdade. Satanás está indo diretamente nos líderes, porque atingindo o pastor, as ovelhas se dispersam, disse Nosso Senhor. E o mesmo Senhor disse que o joio conviveria no meio do trigo até o final dos tempos. E quem pode separar o joio do trigo? Jesus disse que isso ocorreria somente no final dos tempos, com seu retorno. Não é trabalho seu ou meu separar o joio do trigo. É Deus que fará isto, não devemos nos escandalizar com nada. Como o Senhor prometeu que os ataques do inferno não seriam suficientes para derrubar a Igreja, devemos nos segurar na Igreja, voltarmos mais para ela, colocar nosso pé sobre a rocha que é ela, porque a Igreja é o Corpo de Cristo, e Cristo é inabalável.
Com a perseguição do anticristo, no final dos tempos, a única "rocha" que ficará de pé será a Igreja. No final, no meio dos destroços deste mundo que passa, a Igreja se levantará viva, pelo poder de Deus, porque é Deus que a sustenta. 
Hoje, com a perseguição espiritual de satanás, algo que sempre existiu na História da Igreja, a Igreja, pela promessa de Nosso Senhor Jesus Cristo, por seu poder divino, se manterá de pé e manterá a Fé daqueles que se unirem a ela. 
Fique com a Igreja, 
Fique com o nosso "Pedro" atual. 
Jesus prometeu que a Igreja e Pedro jamais cairiam da Fé verdadeira. Portanto, nos últimos tempos, na derradeira "hora" da Igreja e do mundo, só se salvarão os que estiverem sob a proteção da Igreja. Os demais perecerão pelas artimanhas e as ilusões deste mundo.
Quanto a você, ore por toda a Igreja. Fique firme na Fé, pela Igreja, sabendo que também você tem a chance de cair junto com os demais, assim como muitos outros caíram.

Espero ter respondido sua questão.

tt

A DIVISÃO ENTRE OS CRISTÃOS


Vinicius Quidute pergunta:

Bom Dia!

Porque há uma grande divisão entre os cristão de todo mundo. E sabemos que Jesus Cristo ama todos igual.

Atenciosamente!

Caro Vinicius, a paz de Deus que excede todo entendimento esteja em tua alma!

Sabemos que desde o princípio da Criação satanás provocou e provoca uma grande divisão entre as criaturas. No princípio Deus havia criado todos os Anjos para viverem em harmonia, em união, mas houve um anjo que, por sua rebeldia, dividiu o Céu em Anjos obedientes e anjos rebeldes. Foi a primeira divisão que satanás provocou. Tempos depois satanás por incentivo separou Adão e Eva de Deus, fazendo-os se rebelar e perder a Comunhão, a Vida divina, e por assim, dividiu-se o homem em todos os seus aspectos. Mais tarde, os homens dividiram-se em grupos, separaram-se uns dos outros pelo mundo, tudo por culpa desse pecado.
Logo depois Deus formou e preparou um povo (os israelitas) para se preparem para a vinda do Messias. Esse povo, antes com uma só religião, dividiu-se em seitas.
O Messias veio. Nosso Senhor Jesus Cristo fundou uma Igreja (veja sobre isto aqui em meu blog http://jesusecatolico.blogspot.com/2011/06/os-protestantes-e-igreja-de-jesus.html ), com uma única Fé, um único Representante seu (o Sucessor de Pedro), como uma só Família. Satanás, por inveja, como sempre interveio. Desde o princípio da Igreja começaram a surgir sectários. Mais tarde a Igreja sofreu um Cisma saindo dela a Igreja ortodoxa e um pouco depois, o pior das divisões com Luthero e Calvino, surgindo assim o protestantismo. 

Jesus, porém, sobre a Unidade da Igreja disse:

“Eu não rogo somente por eles (os Apóstolos), mas também por aqueles que vão crer em mim pela palavra deles (dos Apóstolos). Que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim, e eu em ti. Que eles estejam em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes dei a glória que tu me deste, para que eles sejam um, como nós somos um: eu neles, e tu em mim, para que sejam perfeitamente unidos, e o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste como amaste a mim.”  (São João 17, 20-23) –  o grifo e a explicação entre parenteses são meus.

Se existem milhares de organizações (alguns chegam a dizer que existem 60.000 denominações ditas cristãs no mundo todo, a soma das oficializadas e não oficializadas) que se dizem Igreja de Cristo hoje em dia é porque foram fomentadas por satanás, o diabo (palavra que significa divisor), o divisor desde o princípio. Ele criou a divisão no Céu e na Terra, e por onde há a marca de Deus ele incute a divisão maligna. Por isso, não pense você que o protestantismo é vontade de Deus, ou que seja algo bom por si, antes é a maldade desse anjo prevaricador (e dos demais anjos que o seguiram nessa loucura) que penetra na mente e nos corações dos homens.
Como o que Deus faz é para sempre, apesar das divisões, o projeto de Deus é o mesmo do início da Criação: a união de todos os seus filhos em Cristo Jesus, por meio de um só povo, uma só Fé, como uma só Família, Família esta que chamamos de Igreja.

Espero ter respondido sua pergunta.

Deus te abençoe em sua busca pela Verdade.

tt



sexta-feira, 7 de outubro de 2011

150 RAZÕES PORQUE ME TORNEI CATÓLICO

Testemunho de Conversão de Dave Armstrong

Depois de se enveredar na busca pela verdade, Dave Armstrong é recebido na Igreja Católica, em 1992 junto com sua esposa Judy. Eis alguns motivos porque deixou o protestantismo.
  1. A Igreja católica oferece a única visão coerente da história do Cristianismo (Tradição Cristã, Apostólica) e possui a moralidade cristã mais profunda e sublime: espiritual, social moral, e filosófica.
  2. Eu me tornei um católico porque acredito sinceramente, em virtude de muita prova cumulativa, que o Catolicismo é a verdade, e que a Igreja católica é a Igreja visível divina estabelecida por Jesus contra o qual as portas do inferno não podem e não prevalecerão (Mt 16,18).
  3. Eu deixei o Protestantismo porque era seriamente deficiente na interpretação da Bíblia "somente a fé". É inconsistente na adoção de várias Tradições católicas (por exemplo, o Cânon da Bíblia, falta uma visão sensata da história Cristã. Chegou a um acordo moralmente anárquico e relativístico. Essas são algumas das deficiências principais que eu vi eventualmente como fatal para a "teoria" do Protestantismo).
  4. O Catolicismo não é dividido formalmente, nem é sectário (Jo 17, 20-23) (Rm 16, 17) (1 Cor 1, 10-13).
  5. A Unidade católica faz o Cristianismo e Jesus mais acreditáveis para o mundo (Jo 17, 23).
  6. Por causa do Catolicismo se unificou, a visão Cristã completamente do sobrenatural.
  7. O Catolicismo evita um individualismo que arruína a comunidade Cristã (1 Cor 12, 25- 26).
  8. O Catolicismo evita o relativismo teológico, por meio da certeza dogmática, que é centralizada no papado.
  9. O Catolicismo evita anarquismo doutrinário, impedindo assim a divisão do verdadeiro Cristianismo.
  10. O Catolicismo formalmente previne o relativismo teológico que conduz às incertezas dentro do sistema protestante.
  11. O Catolicismo rejeita a "Igreja Estatal" que conduziu os governos a dominar politicamente o Cristianismo.
  12. Protestantes de Igrejas Estatais influenciaram a elevação do nacionalismo que mitigou contra a igualdade e o Cristianismo universal.
  13. A Cristandade católica unificada - antes do século XVI não tinha sido infestada pelas trágicas guerras religiosas.
  14. O Catolicismo retém os elementos do mistério, do sobrenatural e do sagrado no Cristianismo, se opondo assim à secularização onde a esfera do religioso em vida se torna muito limitada.
  15. O individualismo protestante conduziu à privatização do Cristianismo, por meio do que é pouco respeitado em vida de sociedade e política, deixando o "quadro público" estéril de influência Cristã.
  16. A falsa dicotomia secular protestante conduziu cristãos a se comprometerem, em geral, com políticas vazias. O Catolicismo oferece um vigamento no qual chega a responsabilidade estatal e cívica.
  17. O Protestantismo se apóia muito em meras tradições de homens (toda denominação origina da visão de um fundador. Assim que dois ou mais destes se contradizem um ao outro, o erro está presente).
  18. Igrejas protestantes, de um modo geral, são culpadas em colocar os pastores num pedestal muito alto. Por causa disso, congregações evangélicas experimentam uma severa crise, dividindo-se em outras quando um pastor vai embora, provando-se que suas filosofias e doutrinas são centradas no homem, em lugar de Deus.
  19. O Protestantismo, devido à falta da real autoridade e estrutura dogmática, vem se diluindo a cada dia, surgindo então milhares e milhares de denominações. Existem hoje, 33.800 denominações religiosas, cada uma ensinando coisas opostas às outras.
  20. O Catolicismo retém a Sucessão Apostólica, necessária para saber o que é a verdadeira Tradição Apostólica. Era o critério da verdade usado pelos primeiros Cristãos.
  21. Muitos protestantes levam uma visão escura em geral da história Cristã, especialmente os anos de 313 (a conversão de Constantino) para 1517 (a chegada de Lutero). Essa ignorância e hostilidade conduzem ao relativismo teológico, ao anticatolicismo, e a um constante processo desnecessário de "reinventar a roda".
  22. O Protestantismo no início era anticatólico e permanece assim até os dias atuais. Isso está obviamente errado e é antibíblico. O Catolicismo realmente é Cristão (se não é, então - logicamente – o Protestantismo que herdou a teologia do Catolicismo também não é). Por outro lado, a Igreja católica não é antiprotestante.
  23. A Igreja católica aceita a autoridade dos grandes Concílios Ecumênicos (At 15) o qual definido, desenvolveu a doutrina Cristã e os demais concílios.
  24. A maioria dos protestantes não tem bispos, uma hierarquia Cristã que é bíblica (1 Tm 3,1- 2) e que existiu na história dos primeiros Cristãos e na Tradição.
  25. O Protestantismo não tem nenhum modo de resolver assuntos doutrinais definitivamente. A doutrina protestante só leva em conta uma visão individual na Doutrina X, Y, ou Z, não tem nenhuma Tradição protestante unificada.
  26. O Protestantismo surgiu em 1517. Então não pode ser possivelmente a "restauração do puro", "primitivo" Cristianismo, desde que isso está fora de governo, pelo fato de seu absurdo recente aparecimento. O Cristianismo tem que ter continuidade histórica ou não é Cristianismo. O Protestantismo necessariamente é um "parasita" do Catolicismo.
  27. A noção protestante da "igreja invisível" também é moderna na história do Cristianismo e estranho à Bíblia (Mt 5,14; 16,18), então é falso.
  28. Quando os teólogos protestantes falam do ensino do Cristianismo primitivo (por exemplo, ao refutar "cultos"), eles dizem "a Igreja ensinada". . . mas quando eles recorrem ao presente, eles instintivamente se contêm de tal terminologia, como autoridade pedagógica universal que só reside na Igreja católica.
  29. O princípio protestante de julgamento privado criou um ambiente (especial na América protestante) no qual invariavelmente o homem centralizou "cultos" como as Testemunhas de Jeová, Mormonismo, Ciência Cristã etc.
  30. A falta de uma autoridade pedagógica definitiva no protestantismo (como no magistério católico) faz muitos protestantes individuais pensarem que eles têm uma linha direta com Deus. Basta uma Bíblia, o Espírito Santo e uma mentalidade individual. Não têm nenhuma segurança e garantia em dizer que são "infalíveis" sobre a natureza do Cristianismo.
  31. As "técnicas" de evangelismo são freqüentemente inventadas e manipuladas, certamente não derivaram diretamente do texto da Bíblia. Algumas técnicas se igualam e se assemelham à lavagem cerebral.
  32. O evangelho orado por muitos evangelistas protestantes e pastores é truncado e abreviado, é individual e diferente do evangelho bíblico como é proclamado pelos Apóstolos.
  33. O protestantismo separa profundamente, a vida transformada no arrependimento para uma disciplina radical. "Um próprio ditado" luterano chama isso de "graça barata."
  34. A ausência de uma idéia de submissão a uma autoridade espiritual no Protestantismo caiu no meio político onde as idéias de "liberdade" pessoal, "propriedade", e "escolha" tem agora, uma extensão de dever cívico.
  35. O Catolicismo retém o senso do sagrado, o sublime, o santo, e o bonito em espiritualidade. As idéias de altar, e "espaço sagrado" são preservadas. Muitas igrejas protestantes são corredores, se encontrando em locais, como "ginásios". A maioria das casas dos protestantes é mais esteticamente notável que suas próprias igrejas. Os protestantes, são viciados freqüentemente pela mediocridade na avaliação de arte, música, arquitetura, drama, imaginação, etc.
  36. O Protestantismo negligenciou o lugar da liturgia em grande parte da adoração (com exceções notáveis como Anglicanismo e Luteranismo). Esse é o modo que os cristãos sempre seguiram durante séculos e não pode ser despedido assim ligeiramente.
  37. O Protestantismo tende a opor matéria e espírito, enquanto favorecendo o posterior, é um pouco Gnóstico nesta consideração.
  38. O protestantismo critica a prática das procissões Católicas, indo contra a Igreja primitiva e a Bíblia (Js 3, 5-6) ( Nm 10, 33-34) ( Js 6,4) (Js 3, 14-16) (Ex 25, 18-21) (Js 4, 4-5) (Js 4, 15-18)
  39. O Protestantismo limita ou descrê no sacramentalismo que simplesmente é a extensão do princípio e a convicção de que a matéria pode ser veículo da graça. Algumas seitas (por exemplo, muitos pentecostais) rejeitam todos os sacramentos.
  40. Os Protestantes excessivamentes desconfiam da carne ("carnalidade"), freqüentemente caem no fundamentalismo, um legalismo absurdo não podem dançar, jogar cartas, escutar músicas convencionais, etc.
  41. Muitos protestantes tendem a separar vida em categorias de "espiritual" e "carnal", como se Deus não fosse Deus de tudo e da vida. Esquecem que os empenhos de todos os pecadores são, no final das contas, espirituais.
  42. O Protestantismo removeu a Eucaristia do centro e foco de adoração. Alguns protestantes só observam isto, uma vez mensalmente, ou até mesmo trimestralmente. Isto está contra a Tradição da Igreja Primitiva.
  43. A maioria dos protestantes considera a Eucaristia como um símbolismo que contraria a Tradição Cristã universal até 1517 e a Bíblia (Mt 26, 26-28) (Jo 6, 47-63) (1 Cor 10, 14-22; 11, 23-30), onde estes textos confirmam à Real Presença.
  44. O Protestantismo deixou de considerar o matrimônio como um sacramento virtualmente, ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia (Mt 19, 4-5) (1 Cor 7, 14,39) (Efésios 5, 25-33).
  45. O Protestantismo aboliu o sacerdócio (Mt 18, 18) e o sacramento da ordenação, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (At 6, 1-6; 14,22) (1 Tm 4, 14) (2 Tm 1,6).
  46. O Catolicismo retém a noção de Paulo da viabilidade espiritual de um clero celibatário (1 Cor 7, 8; 7, 27 ; 7, 32) (Mt 19,12).
  47. O Protestantismo rejeitou o sacramento da confirmação em grande parte. (At 8,18) (Hb 6, 2-4), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia.
  48. Muitos protestantes negaram o batismo infantil, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (At 2, 37-39; 16,15; 16, 33; 18,8) (1Cor 1,16) (Cl 2,11-12). O Protestantismo é dividido em cinco acampamentos principais na questão do batismo.
  49. A grande maioria dos protestantes nega a regeneração batismal, ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia (Mc 16,16) (Jo 3,5) (At 2,38; 22,16) (Rm 6,3-4) (1 Cor 6,11) (Tt 3,5).
  50. Os Protestantes rejeitaram o sacramento de ungir o doente (Extrema Unção Últimos Ritos), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mc 6,13) (1 Cor 12,9,30) (Tg 5,13-16).
  51. O Protestantismo nega a indissolubilidade do matrimônio sacramental e permite divórcio, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Gen 2,24) (Ml 2,14-16) (Mt 5,32) (Mt 19,6,9) (Mc 10,11-12) (Lc 16,18) (Rm 7,2-3) (1 Cor 7,10-14,39).
  52. O Protestantismo não acredita que procriação é o propósito primário e benefício do matrimônio (não faz parte dos votos, como no matrimônio católico), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Gn 1,28; 28,3; 127,3-5).
  53. O Protestantismo aprova a contracepção, em desafio à Tradição Cristã universal. (Gn 38,8-10; 41,52 (Lv 26, 9) (Dt 7,14) (Rt 4,13) (Lc 1,24-5). Agora, só o Catolicismo retém a Tradição antiga.
  54. O Protestantismo principalmente com sua asa liberal, em 1930, aceitou o aborto como uma opção moral, ao contrário da Tradição Cristã universal e da Bíblia. (Ex 20,13) (Is 44,2; 49, 5) (Jr 1,5; 2,34) (Lc 1,15,41) (Rm 13,9-10).
  55. O Protestantismo (de denominações largamente liberais) permite mulheres como pastoras (e até mesmo bispos, como no Anglicanismo), ao contrário da Tradição Cristã, teologia protestante tradicional e da Bíblia (Mt 10,1-4) (1 Tm 2,11-15; 3,1-12) Tt 1,6).
  56. O Protestantismo , cada vez mais, chega a um acordo formal e oficialmente com o feminismo radical à moda que nega os papéis de homens e mulheres como é ensinado na Bíblia (Gn 2,18-23) (1 Cor 11,3-10) e na Tradição Cristã.
  57. Atualmente o Protestantismo nega com freqüência crescente, o papel do marido no matrimônio contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (1 Cor 11,3) (Ef 5,22-33) (Cl 3,18-19). Isso também está baseado em uma relação de igualdade (1 Cor 11,11-12) (Gl 3,28) (Ef 5,21).
  58. O Protestantismo liberal (notavelmente o Anglicanismo) ordenou os homossexuais praticantes até mesmo como pastores, permitindo o "matrimônio" entre sí, sendo contrário a antiga Tradição Cristã universal, e à Bíblia (Gn 19,4-25) (Rm 1,18-27) (1 Cor 6,9). O Catolicismo ficou firme na moralidade tradicional.
  59. O Protestantismo liberal aceitou métodos críticos" mais altos" de interpretação bíblica que conduzem à destruição da reverência Cristã tradicional.
  60. Muitos protestantes liberais jogaram fora várias doutrinas cardeais do Cristianismo, como a Encarnação, Nascimento da Virgem, a Ressurreição Corporal de Cristo, a Trindade, Pecado Original, inferno, a existência do diabo, milagres etc.
  61. Os fundadores do Protestantismo negaram, e Calvinistas negam hoje, a realidade da livre vontade humana.
  62. O Protestantismo clássico teve uma visão deficiente do passado do Homem, pensando que o resultado era depravação total. De acordo com Lutero, Zwingli, Calvino, o homem poderia fazer só o mal da própria vontade dele, e não teve nenhuma livre vontade para fazer o bem. Ele agora tem uma "natureza de pecado". O Catolicismo acredita que, de um modo misterioso, o homem coopera com a graça que sempre precede todas as boas ações. Retém ainda, a natureza de algum homem bom, embora ele tenha uma tendência para pecar ("concupiscência").
  63. O Protestantismo clássico e o Calvinismo de hoje põem Deus como o autor do mal. Eles alegam supostamente que os homens fazem o mal e violam seus preceitos sem ter qualquer vontade livre para fazer. Isso é blasfemo, e torna Deus em um demônio.
  64. No Protestantismo e pensamento Calvinista, o homem não tem livre vontade para escolher entre o bem e o mal. Quando eles pecam, é porque Deus os predestinou ao inferno, embora eles não tenham nenhuma escolha!
  65. O Protestantismo clássico e o Calvinismo, ensina falsamente que Jesus só morreu para os eleitos
  66. O Protestantismo clássico especialmente o Luterano, e o Calvinismo, devido à falsa visão, nega a eficácia e a capacidade da razão humana para conhecer Deus até certo ponto, e opõe isto a Deus e fé, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mc 12,28) (Lc 10,27) (Jo 20,24-29) (At 1,3; 17,2,17,22-34; 19,8). Os melhores Apologistas protestantes hoje simplesmente voltam atrás para a herança católica de São Tomás de Aquino, Santo Agostinho e muitos outros grandes pensadores.
  67. O Pentecostalismo ou Protestantismo carismático coloca muito alto uma ênfase na experiência espiritual, não equilibrando isso corretamente com a lógica, a razão, a Bíblia e a Tradição.
  68. Outros protestantes por exemplo, muitos batistas, negam que presentes espirituais como curar estão presentes na idade atual (supostamente eles cessaram com os Apóstolos).
  69. O Protestantismo tem visões contraditórias do governo da igreja, pois não possui nenhuma autoridade coletiva, assim, não existe ordem e unidade. Algumas seitas reivindicam ter "apóstolos" ou "profetas" entre eles, com todos os abusos de autoridade e poder.
  70. O Protestantismo especialmente o pentecostalismo, tem uma fascinação imprópria para o "fim do mundo" muita tragédia humana é o resultado de tais falsas profecias.
  71. A ênfase do pentecostalismo conduz a um detrimento de sensibilidades sociais, políticas, éticas e econômicas aqui na terra.
  72. O Pensamento protestante separa idéias em acampamentos mais exclusivos e mutuamente hostis, quando na realidade muitas das dicotomias (divisão em dois) são simplesmente complementares em lugar do contraditório.
  73. O Protestantismo se contradiz a Bíblia indo contra aos sacramentos.
  74. O Protestantismo monta devoção interna e devoção contra a Liturgia.
  75. O Protestantismo opõe adoração espontânea para formar suas próprias orações.
  76. O Protestantismo separa a Bíblia da autoridade que Jesus deixou a sua Igreja.
  77. O Protestantismo cria a falsa dicotomia de versões da Bíblia.
  78. O Protestantismo é contra a Tradição, sendo que ela é obra do Espírito Santo.
  79. O Protestantismo considera autoridade da Igreja e liberdade individual.
  80. O Protestantismo (especialmente Lutero) joga para cima o Velho Testamento contra o Novo Testamento, embora Jesus não fizesse assim (Mt 5,17-19) (Mc 7,8-11) (Lc 24,27,44) (Jo 5,45-47).
  81. O Protestantismo impõe leis para enfeitar sendo inseguras e sem sobrevivência.
  82. O Protestantismo cria uma falsa dicotomia entre simbolismo e realidade sacramental (por exemplo, batismo, Eucaristia).
  83. O Protestantismo separa o Indivíduo da comunidade Cristã. É só conferir as milhares e milhares de denominações diferentes umas das outras (1 Cor 12,14-27).
  84. O Protestantismo descarta a reverência dos santos. A Teologia católica não permite adoração dos santos na mesma moda como é dirigida para Deus. São venerados os santos e são honrados, não adorados.
  85. Muitas dianteiras de protestantes pensam que o Espírito Santo só fala com eles, e não com as multidões de cristãos durante 1500 anos antes que o Protestantismo começasse!
  86. Falhas no pensamento protestante original conduziram a erros até piores. Por exemplo, a justificação extrínseca, inventada para assegurar a predominância da graça, veio proibir qualquer sinal externo de sua presença ("sola fide ").O Calvinismo com seu Deus cruel, os homens foram virados para uma tal extensão que eles se tornaram unitários (como na Nova Inglaterra). Muitos fundadores de cultos recentes partiram o Calvinismo, por ex: (as Testemunhas de Jeová, Ciência Cristã, O Modo Internacional, etc.).
  87. O pentecostalismo obcecado, em moda tipicamente americana, sempre aparece com celebridades (os evangelistas de televisão).
  88. O pentecostalismo se apaixona com a falsa idéia de que grandes números em uma congregação (ou crescimento rápido) é um sinal da presença de Deus de um modo especial. Eles esquecem que Deus nos chama à fidelidade em lugar de ir para o "sucesso", não estatísticas lisonjeiras.
  89. O pentecostalismo enfatiza freqüentemente o crescimento numérico em lugar de crescimento espiritual individual.
  90. O pentecostalismo é presentemente obcecado com ego-cumprimento, ego-ajuda, e o egoísmo no lugar de uma tensão Cristã tradicional em sofrer, sacrificar, etc.
  91. O protestantismo tem uma visão truncada e insuficiente do lugar de sofrer na vida Cristã. Tudo em "nome-disto-e-reivindicação-daquilo" movimentos dentro do Protestantismo pentecostal estão florescendo, mas não estão em harmonia com a Bíblia, Cristianismo e Tradição.
  92. O protestantismo, em geral, adotou uma forma mais capitalista que o Cristianismo. Riqueza e ganho pessoal são buscados mais que piedade, e são vistos como uma prova do favor de Deus, como o puritano, que secularizou o pensamento americano, indo contra a Bíblia e ensinamento Cristão.
  93. O protestantismo crescentemente não tolera perspectivas políticas de esquerda em acordo com visões do Cristianismo, especialmente. em seus seminários e faculdades.
  94. O protestantismo tolera heterodoxia crescentemente teológica e liberalismo, para tal uma extensão que muitos líderes evangélicos estão alarmados e prediz uma decadência adicional dos padrões ortodoxos.
  95. Os pentecostais adotaram visões de Deus sujeitas aos caprichos frívolos do homem e desejos do momento.
  96. Também as seitas anteriores aos pentecostais, ensinam totalmente ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia.
  97. O evangelho, especialmente na televisão, é vendido da mesma forma que McDonalds vende hambúrgueres. Tecnologia de mercado e técnicas de relações públicas substituíram cuidado da pastoral pessoal e preocupação social em grande parte pelo religioso.
  98. "Pecar", em algumas denominações protestantes, crescentemente, é visto como um fracasso psicológico ou uma falta de amor próprio, em lugar da revolta voluntariosa que é contra Deus.
  99. O Protestantismo, em todos os elementos essenciais, somente pede emprestado por atacado da Tradição católica ou torce o mesmo. Todas as doutrinas nas quais os católicos e protestantes concordam, são claramente católicas em origem (Trindade, Nascimento da Virgem, Ressurreição, 2ª Vinda, Cânon da Bíblia, céu, inferno, etc.). Qualquer verdade que está presente em cada idéia protestante sempre é derivada do Catolicismo que é o cumprimento das aspirações mais fundas e melhores dentro do Protestantismo.
  100. Um dos princípios fundamentais do Protestantismo é a sola scriptura que não é bíblico e também é inexistente até o 16º século. Na própria Bíblia, não se encontra essa palavra, ou outra com o mesmo significado. Porém é uma falsa tradição humana protestante.
  101. A Bíblia não contém todos os ensinamentos de Jesus. (Mc 4,33; 6,34) (Lc 24,25-27) ( Jo 16,12-13; 20,30; 21,25) (At 1,2-3). Mesmo assim os protestantes passam por cima dessas passagens dizendo que todo ensinamento de Cristo está registrado nas Escrituras.
  102. A sola scriptura é um abuso da Bíblia. Uma leitura objetiva da Bíblia, conduz a pessoa para a Tradição e a Igreja católica, em lugar do oposto.
  103. O Novo Testamento não foi escrito nem recebeu no princípio como a Bíblia, só gradualmente, e o Cristianismo primitivo não poderia ter acreditado na sola scriptura.
  104. Tradição não é uma palavra ruim na Bíblia, ela recorre a algo passado de um para outro. A Tradição é falada em (1 Cor 11,2) (2 Ts 2,15, 3,6) (Cl 2,8). Mesmo assim, os protestantes não aceitam a Tradição. Eles confundem tradição humana com a Tradição que os próprios Apóstolos deixaram aos sucessores.
  105. A Tradição Cristã, de acordo com a Bíblia, pode ser oral ou escrita (2 Ts 2,15) (2 Tm 1,13-14; 2,2). São Paulo não faz nenhuma distinção entre as duas formas.
  106. Em Atos e as Epístolas, muitas coisas da Bíblia eram originalmente orais (por exemplo, todo o ensino de Jesus) - Ele não escreveu nada.
  107. Ao contrário de muitas reivindicações protestantes, Jesus não condenou a Tradição. (Mt 15,3,6) (Marcos 7,8-9,13) Ele só condena a tradição humana corrupta, não a Tradição deixada aos 12 Apóstolos.
  108. Tradição cristã, apostólica (Lc 1,1-2) (Rm 6,17) (1 Cor 11,23 15,3) (Jd 1,3), ou Tradição Cristã "receptora" acontece em (1 Cor 15,1-2) (Gl 1,9,12) (1 Tess 2,13).
  109. Os conceitos de "Tradição", "evangelho", "palavra de Deus", "doutrina", e "a Fé" são essencialmente sinônimas, e tudo é predominantemente oral. (2 Ts 2,15; 3, 6) (1 Ts 2,9,13) (Gl 1,9) (At 8,14). Se Tradição é uma palavra suja,como se afirma no protestantismo, então assim é o "evangelho" e "palavra de Deus!"
  110. São Paulo, em (1 Tm 3,15) põe a Igreja sobre a Bíblia como coluna e fundamento da verdade, e como ensina o Catolicismo.
  111. Os protestantes defendem a sola Scriptura em (2 Tm 3,16). O Catolicismo concorda em grande parte para estes propósitos, mas não exclusivamente, como no Protestantismo. Secundariamente, quando São Paulo fala aqui de "Bíblia", o NT ainda não existia (não definitivamente durante mais de 300 anos depois dos Apóstolos), assim ele só está recorrendo ao Antigo Testamento. Isto significaria que o Novo Testamento não era necessário para a regra de fé.
  112. O Catolicismo mantém a Tradição que é consistente com a Bíblia, até mesmo onde ela é muda em alguns assuntos. Para o Catolicismo, toda necessidade da doutrina não é achada somente na Bíblia, e o princípio do Protestantismo é a Sola Scriptura. Por outro lado, a maioria dos teólogos católicos reivindicam que todas as doutrinas católicas podem ser achadas na Bíblia, em forma de núcleo, ou por uso extenso e conclusão.
  113. Estudantes protestantes pensativos mostraram, que uma posição irrefletida da Sola Scriptura pode se transformar em "bibliolatria", quase uma adoração da Bíblia em lugar de Deus que é seu Autor. Esta mentalidade é semelhante à visão muçulmana, onde a revelação para eles, está somente no Alcorão.
  114. O Cristianismo é inevitavelmente histórico. Todos os eventos da vida de Jesus (Encarnação, Crucificação, Ressurreição, Ascensão, etc.) eram históricos, como era a oração dos apóstolos. Então, a tradição de algum tipo, é inevitável, ao contrário de numerosos protestantes míopes que reivindicaram que sola Scriptura aniquila Tradição. Toda negação de uma tradição particular envolve um preconceito (escondido ou aberto) para a própria tradição alternada da pessoa por exemplo, se toda a autoridade da Igreja é rejeitada, até mesmo a autonomia individualista é uma "tradição".
  115. A Sola Scriptura não poderia ter sido literalmente verdade, falando praticamente, para a maioria dos cristãos ao longo da história. A Tradição oral, junto com as práticas devotas, os feriados Cristãos, a arquitetura de igrejas a arte sagrada, eram os portadores primários do evangelho durante 1400 anos. Durante todos estes séculos, a Sola Scriptura teria sido considerada como uma abstração absurda e impossível.
  116. O Protestantismo diz que a Igreja católica acrescentou à Bíblia.Isto não é verdade porque ela tirou somente as implicações da Bíblia (desenvolvimento da doutrina) e seguiu a compreensão da Igreja primitiva, e que os protestantes subtraíram da Bíblia ignorando grandes porções que sugestionam posições católicas.
  117. A Sola Scriptura é o calcanhar de Aquiles do Protestantismo. Invocando somente a Sola Scriptura, não há nenhuma solução ao problema da autoridade, contanto que as interpretações múltiplas existam. Se a Bíblia estivesse tão clara, os protestantes simplesmente concordariam entre si, pois existem a multiplicidade de denominações.
  118. A interpretação da Bíblia é inevitável sem a Tradição. É necessário então falar na Igreja Católica, ela é a que evita a confusão, o erro, a anarquia e a divisão.
  119. O Catolicismo não considera a Bíblia inacessível aos leigos, como se afirma no protestantismo, mas é vigilante para proteger-se de uma exegese toda arbitrária e aberrante. As melhores tradições protestantes buscam fazer o mesmo, mas é inadequado e ineficaz desde que eles são divididos.
  120. O Protestantismo tem um problema enorme com o Cânon Bíblico. O processo de determinar os livros exatos que constituem a Bíblia durou até o ano de 397 D.C., o Concílio de Cartago provou que a Bíblia não está autenticada, como acredita o Protestantismo. Alguns cristãos sinceros, devotos e instruídos duvidaram da canocidade de alguns livros que estão agora na Bíblia e outros consideraram livros que não estavam incluídos no Cânon.
  121. O Concílio de Cartago, decidindo o Cânon da Bíblia inteira em 397, incluiu os livros "Deuterocanônicos" que os protestantes chutaram para fora da Bíblia. Antes do 16º século os cristãos consideravam esses livros, e eles não eram separados, como se vê no protestantismo que aceita a autoridade deste Concílio para o NT, mas não para AT.
  122. A Igreja católica venerou sempre a Bíblia. Isso é provado pelo laborioso cuidado dos monges, protegendo e copiando manuscritos, e as traduções constantes em línguas vernáculas (ao invés das falsidades sobre só Bíblias latinas), entre outras evidências históricas abundantes e indisputáveis. A Bíblia é um livro católico, e não importa quantos protestantes estudam e proclamam isso peculiarmente, eles têm que reconhecer a dívida inegável com a Igreja católica por ter decidido o Cânon e por preservar a Bíblia intacta durante 1400 anos.
  123. O Protestantismo nega o Sacrifício da Missa, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Gn 14,18) (Is 66,18,21) (Ml 1,11) (Hb 7, 24-25; 13,10; 5,1-10; 8,3; 13,8). que transcede espaço e tempo.
  124. O Protestantismo descrê, em geral, no desenvolvimento da doutrina, ao contrário da Tradição Cristã e muitas indicações bíblicas implícitas, mas seguem a Doutrina da Trindade, que foi desenvolvida na história, nos três primeiros séculos do Cristianismo. É tolice negar isso. A Igreja é o "Corpo" de Cristo, um organismo vivo que cresce e desenvolve como corpos todo vivos. Não é uma estátua, simplesmente para ser limpada e polida com o passar do tempo, como muitos protestantes parecem pensar.
  125. O Protestantismo separa justificação de santificação, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mt 5,20; 7,20-24) (Rm 2,7-13) (1 Cor 6,11).
  126. O Protestantismo desconsidera que as obras contribuam para a salvação, rejeitando assim a Tradição Cristã e o ensino explícito da Bíblia (Mt 25,31-46) (Lc 18,18-25) (Jo 6,27-29) (Gl 5,6) (Ef 2,8-10) (Fl 2,12-13; 3,10-14) (1 Ts 1,3) (2 Ts 1,11) (Hb 5,9) (Jd 1,21) Essas passagens também indicam que a salvação é um processo, não um evento instantâneo, como no Protestantismo.
  127. O protestantismo rejeita a Tradição Cristã e ensino bíblico que sempre foi ensinado na Igreja Católica, onde as boas ações feitas na fé contribuem para a salvação (Mt 16,27) (Rm 2,6) (1 Cor 3,8-9).
  128. Os protestantes têm convicção de que aceitando Jesus como Salvador já estão salvos. Não é bem isso que a Igreja Primitiva e a Bíblia ensinam (Fl 3,11-14) (Hb 4,1) (Tt 1,2) (1 Ts 5,8) ( Tt 3,7) (Mt 25,1-13) onde se diz, que devemos ser sempre vigilantes. Vigilante não é o mesmo que certeza.
  129. Muitos protestantes (especialmente os presbiterianos, calvinistas e batistas) acreditam em segurança eterna, ou, perseverança dos santos (convicção daquele que não pode perder a "salvação". Isto está ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia: (1 Cor 9,27) (Gl 4,9; 5,1,4) (Cl 1,22-3) (1 Tm 1,19-20; 4,1; 5,15) (Hb 3,12-14; 6,4-6; 10,26,29,39; 12,14-15).
  130. Ao contrário do mito protestante, a Igreja Católica não ensina que ninguém é salvo através de trabalhos a parte, porque a fé e obras são inseparáveis. Esta heresia da qual o Catolicismo é acusado freqüentemente estava na realidade condenada pela Igreja católica, em 529 D.C. é conhecido como Pelagianismo (visão que o homem pudesse se salvar pelos próprios esforços naturais dele, sem a graça sobrenatural necessária de Deus). Continuar acusando a Igreja católica desta heresia é um sinal de preconceito e ignorância do manifesto da história da teologia, como também o ensino católico é claro no Concílio de Trento (1545-63). Ainda o mito é estranhamente prevalecente.
  131. O Protestantismo eliminou virtualmente a prática da confissão a um sacerdote (ou pelo menos pastor), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mt 16,19; 18,18; Jo 20,23). (At 19,18) (Tg 5 15-16) (Ne 9,2) (Ne 1, 6). (Jo 3,6).
  132. O Protestantismo descrê na penitência ou castigo temporal para perdoar pecado, indo contra a Tradição Cristã e a Bíblia por exemplo, (Nm 14,19-23) (2 Sm 12,13-14) (1 Cor 11,27-32) (Hb 12,6-8).
  133. O Protestantismo tem pouco conceito da Tradição e doutrina bíblica de mortificar a carne, ou, sofrer com Cristo: (Mt 10,38; 16,24) (Rm 8,13,17) (1 Cor 12,24-6) (Fl 3,10) (1 Pd 4,12,13).
  134. Igualmente, o Protestantismo perdeu a Tradição e doutrina bíblica de compensação vicária, ou sofrimento remissório de Cristãos com Cristo, por causa de um ao outro, (Ex 32,30-32) (Nm 16,43-8; 25,6-13) (2 Cor 4,10) (Cl 1,24) (2 Tm 4,6).
  135. O Protestantismo rejeitou a Tradição e doutrina bíblica do purgatório, como conseqüência de sua falsa visão de justificação e penitência, apesar de evidências suficientes na Bíblia: (Mq 7, 8-9) (Ml 3,1-4) (2 Mc 12, 39-45) (Mt 5, 25-6; 12,32) (Lc 16,19-31) (1 Pd 3,19-20) (1 Cor 3,11-15) (2 Cor 5,10).
  136. O Protestantismo rejeitou a doutrina das indulgências que são simplesmente o perdão do castigo temporal para pecado (penitência), pela Igreja (aqui na terra, Mt 16,19; 18,18, e Jo 20,23). Isso não é diferente do que São Paulo fez em relação a um irmão errante na Igreja de Corinto. Primeiro, ele impôs uma penitência a ele (1 Cor 5,3-5) (2 Cor 2, 6-11). Só porque aconteceram alguns abusos antes da Revolta protestante (admitida e retificada pela Igreja católica), não tem nenhuma razão para lançar fora contudo outra doutrina bíblica. É típico do Protestantismo queimar completamente uma casa no lugar de limpá-la, "joga-se fora o bebê com a água de banho".
  137. O Protestantismo jogou fora as orações para os mortos, em oposição à Tradição Cristã e à Bíblia (Tb 12,12) (2 Mc 12, 39-45) ( 2 Tm 1, 16-18). Já no primeiro século, da Era Cristã, a prática de orar pelos mortos já era registradas em muitas inscrições gravadas nos túmulos de santos cristãos e mártires da fé.
  138. O Protestantismo rejeita, em chãos inadequados, a intercessão dos santos. Por outro lado, a Tradição Cristã e a Bíblia apoiaram esta prática. (Mt 22, 30) (1 Cor 15, 29) (Mt 17, 1-3; 27,50-53) eles podem interceder por nós (2 Mc 15,14) (Ap 5, 8; 6, 9-10).
  139. Alguns protestantes descrêem nos Anjos da guarda, apesar da confirmação Bíblica e a Tradição Cristã (Mt 18,10) (At 12,15) ( Hb 1,14) (Ap 8, 3-5).
  140. A maioria dos protestantes nega que os anjos possam interceder por nós, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Ap 1,4; 5,8; 8,3-4) (Zc 1,12-13) (Os 12,5) (Gn 19, 17-21).
  141. O protestantismo rejeita a Imaculada Concepção de Maria, apesar da Tradição Cristã desenvolvida e indicada pela Bíblia,: (Gn 3,15) (Lc 1,28) ("cheia de graça" interpretam os católicos, em chãos lingüísticos, significa "sem pecado"); Maria representando a Arca da Aliança (Lc 1,35) (Ex 40,34-8) (Lc 1,44) (2 Sm 6,14-16) (Lc 1,43) (2 Sm 6,9) A Presença de Divina requer santidade extraordinária) pois Deus não habitaria no meio do pecado.
  142. O protestantismo rejeita a Assunção de Maria, apesar da Tradição Cristã desenvolvida e indicações bíblicas. Ocorrências semelhantes na Bíblia não fazem a suposição improvável. (Henoc em Gn 5,24 e Hb 11,5) (Elias em 2 Rs 2,11) (Paulo em 2 Cor 12, 2-4) ("Êxtase" em 1 Ts 4,15-17) (subindo os santos em Mt 27,52-53).
  143. Muitos protestantes negam a virgindade perpétua de Maria, apesar da Tradição Cristã e o acordo unânime dos fundadores protestantes Lutero, Calvino, Zwingli, etc.
  144. O protestantismo nega a Maternidade Espiritual de Maria, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (João 19, 26-27) "Veja a mulher do Céu" (Ap 12, 1,5,17). Os Católicos acreditam que Maria é uma santa, e as orações dela são de grande efeito para nós. (Ap 5,8; 8,4; 6,9-10).
  145. O Protestantismo rejeita o papado, apesar da Tradição Cristã profunda, e da forte evidência na Bíblia da preeminência de Pedro como a pedra da Igreja. Ninguém nega que ele fosse algum tipo de líder entre os apóstolos. Como sabemos, o papado é derivado desta primazia: (Mt 16,18-19) (Lc 22,31-2) (Jo 21,15-17) são as passagens "papais" mais diretas. O nome de Pedro aparece primeiro em todas as listas dos apóstolos; até mesmo um anjo insinua que ele é o líder deles (Mc 16,7), e ele andou pelo mundo como tal (At 2,37-8,41). Ele faz o primeiro milagre na Igreja (At 3,6-8), profere o primeiro anátema (At 5,2-11), é o primeiro a ressuscitar um morto (At 9,40-41), o primeiro a receber os Gentios (At 10,9-48), O nome dele é mencionado mais freqüentemente que todos os outros discípulos reunidos (191 vezes). Essas são algumas evidências que destacam Pedro dos outros Apóstolos.
  146. Desde o princípio, a Igreja de Roma e os papas têm o governo e a direção teológica e a ortodoxia da Igreja Cristã. Isso é inegável. Nenhum protestante imparcial teve a coragem e a ousadia de contestar tudo isso, pois só o que Cristo transmitiu aos Apóstolos e o que se herdou destes numa sucessão ininterrupta da Igreja Católica, tem foros de verdade revelada, portanto digna de fé.
  147. O Protestantismo, em seu desespero, tenta suprir algum tipo de continuidade histórica a parte da Igreja católica, às vezes tenta reivindicar uma linhagem de seitas medievais como os Valdenses, Cátaros, Montanistas ou Donatistas. Porém, este empenho é sentenciado a um fracasso quando a pessoa estuda de perto no que estas seitas acreditam.
  148. Os Católicos têm o Cristianismo mais sofisticado e pensativo da filosofia sócio-econômica-política, uma mistura de elementos "progressivos" e "conservadores" distinto da retórica que tipicamente dominam a arena política. O Catolicismo tem a melhor visão da igreja em relação ao estado e cultiva como bem.
  149. O Catolicismo tem a melhor filosofia cristã. Trabalhou por vários séculos de reflexão e experiência. Como em sua reflexão teológica e desenvolvimento, a Igreja Católica é sábia e profunda, para uma extensão que verdadeiramente tem um selo divino e seguro. Eu já me maravilhava, logo antes da minha conversão, de como a Igreja católica poderia ser tão certa sobre tantas coisas. Eu fui acostumado a pensar, como um bom evangélico, que a verdade sempre era uma pluralidade de idéias de muitas denominações protestantes, "todas juntas." Mas afinal de contas, a Igreja católica faz a diferença!
  150. Por último, o Catolicismo tem a espiritualidade mais sublime e espírito de devoção, manifestado de mil modos diferentes. Do ideal monástico, para o celibato heróico do clero e religioso, os hospitais católicos, a santidade completamente de um Thomas, um Kempis ou um Santo Inácio, os santos incontáveis canonizados e ainda, Madre Teresa, Papa João Paulo II, Papa João XXIII, os mártires primitivos, São Francisco de Assis, os eventos a Lourdes e Fátima, o intelecto deslumbrante de John Henry Newman, a sabedoria e perspicácia do Arcebispo Sheen de Fulton, São João da Cruz, a inteligência santificada de um Chesterton ou um Muggeridge, mulheres anciãs que fazem as Estações da Cruz ou o Rosário. Este espírito devoto é incomparável em sua extensão e profundidade, apesar de muitas contraposições protestantes.